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Gargalos podem nos levar ao apagão logístico

Somente profissionais qualificados não garantem o sucesso das empresas. Num post anterior discutimos a importância da qualificação profissional que, apesar de ser peça fundamental, não consegue contornar um problema claro no Brasil: a falta de infra-estrutura.

Já vimos aqui no logística Descomplicada que a situação brasileira é deprimente quando comparada aos outros países com quem concorre por maior visibilidade no cenário internacional. Se você ainda não leu, confira a matéria “Logística brasileira: qual nossa situação?“.

A reação da economia brasileira começa a mostrar seu primeiro grande gargalo, com a iminência de um apagão logístico este ano. A estimativa é de executivos e empresários do setor de transporte rodoviário de cargas, preocupados com a forte demanda do segmento no País, aliada à falta de aportes em infraestrutura logística nos portos brasileiros. Segundo algumas empresas do setor, é possível dizer que o “apagão logístico” afetará o País este ano.

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A importância da qualificação para o profissional de gestão e logística

Com o aquecimento da economia mundial e a posição de destaque que o Brasil tem alcançado, muitas empresas que não possuíam um processo formalizado de logística estão percebendo a necessidade em melhorar (ou implantar) procedimentos de gestão e de logística. Para isso, precisam contratar profissionais aptos capazes de encarar o desafio.

Seja na área de transportes, estoque ou administração, o mercado busca profissionais qualificados e com experiência para resolver os mais diversos tipos de problema. Mas uma dúvida pode surgir: o que caracteriza um profissional qualificado?

Toda semana recebo emails com dúvidas sobre quais cursos seguir ou carreira a escolher (e respondo a todos individualmente. Quem quiser, pode utilizar o formulário de contato acima). Nesse post vou tentar esclarecer algumas dúvidas de forma geral.

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Série Pesquisa Operacional – Problema do Caixeiro Viajante

Na semana passada vimos uma introdução e a definição do que é a pesquisa operacional. Hoje conheceremos um pouco mais sobre o Problema do Caixeiro Viajante (Traveling Salesman Problem).

Na definição padrão do problema, imagine que você tem uma lista de cidades para visitar, e que você conhece a distância entre cada par de cidades. Você precisa visitar todas as cidades, sem passar pela mesma cidade duas vezes, viajando o menor tempo possível.

Este problema é muito importante para a logística, pois ajuda a definir as melhores rotas possíveis, mas do ponto de vista teórico é muito mais amplo que isto.

Em empresas de transportes e entregas, o termo milk run é usado para descrever o trajeto que passa por todas as estações para coletas de produtos, para depois entregá-los num ponto específico. O milk run, ou corrida do leite, seria passar por várias fazendas coletando leite e depois entregar o grande volume coletado numa empresa de laticínio. Este assunto foi tratado recentemente no blog Universo da Logística.

Este mesmo problema do caixeiro viajante é usado para otimizar a fabricação de microchips, obtendo os caminhos mais curtos para os circuitos integrados, a otimização de padrões de corte em chapas e placas, economizando material quando obtém o melhor aproveitamento possível, além de economizar o uso e troca das facas ou lasers que fazem o corte, e em uma versão levemente modificada ele ajuda a fazer o sequenciamento do DNA. Um problema típico com algumas centenas de pontos (cidades) pode levar muitas horas para ser resolvido, pois as combinações possíveis crescem muito rapidamente.

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Desenvolvimento não acompanha facilidades em comunicação

telefoniaCom informações do Estadão – Economia e Negócios

Apesar dos avanços e da globalização, o desenvolvimento não nos trouxe preços mais competitivos na telefonia celular. Nem mesmo o enorme número de telefones celulares no Brasil é capaz de fazer seu custo cair. O preço pago por um brasileiro por um telefone fixo caiu 63% e o do celular 25% em um ano. Mas, ainda assim, o País tem um dos custos mais altos do mundo em telecomunicações. O alerta faz parte do estudo anual produzido pela União Internacional de Telecomunicações sobre tecnologias da informação e que mostra que o País pena para ganhar espaço em termos de capacidade de telecomunicações.

O Brasil subiu de forma marginal no ranking que mede a preparação de cada país em termos de tecnologia de comunicação, passando do 61º lugar para o 60º entre 2008 e 2009. Mas o País ainda não voltou à posição que detinha em 2002, quando estava entre as 50 economias mais competitivas nesse setor. O motivo da queda seria a relativa baixa educação da população, inclusive para usar as novas tecnologias.

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Comércio internacional favorável ao Brasil

comércio exterior favorável ao BrasilVimos há algumas semanas aqui no logística Descomplicada que a logística brasileira está melhorando sua qualidade, o que favorece nossa competitividade. Junte à isso os esforços feitos para melhorar nosso desempenho no comércio exterior e encontraremos uma boa receita para o sucesso e para o superávit de nossa balança comercial.

Segundo informações da Agência Estado, com um superávit de US$ 691 milhões na segunda semana de fevereiro e de US$ 216 milhões na terceira semana, o saldo da balança comercial no ano saiu de um déficit de US$ 338 milhões (registrado até a primeira semana de fevereiro) para um superávit de US$ 569 milhões. Estas são excelentes notícias para o período pós-crise, e pode ajudar o Brasil a se estabelecer como potência exportadora no longo prazo.

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Logística de classe mundial – parte 2

Esta matéria será dividida em duas partes:

Parte 1: Pesquisas preliminares para identificar fatores e características históricas que levaram ao desenvolvimento da logística de classe mundial.

Parte 2: Discussões sobre as qualidades de uma empresa com logística de classe mundial e conclusões.

Texto de autoria de Neimar Follmann e Douglas Hörner

1 – GENERALIZAÇÃO

Elaborar e melhor entender os aspectos fundamentais de uma performance logística superior.

A partir do modelo elaborado na pesquisa da Liderança da Vantagem Logística, desenvolveu-se outro com base nos dados das pesquisas e entrevistas. E este é o que demonstra os quatro pontos chave necessários para que se alcance um nível logístico de classe mundial.

Este modelo destaca quatro competências: Continue lendo: Logística de classe mundial – parte 2

Logística de classe mundial – parte 1

Esta matéria será dividida em duas partes:

Parte 1: Pesquisas preliminares para identificar fatores e características históricas que levaram ao desenvolvimento da logística de classe mundial.

Parte 2: Discussões sobre as qualidades de uma empresa com logística de classe mundial e conclusões.

Texto de autoria de Neimar Follmann e Douglas Hörner

Como forma de organizar cronologicamente os trabalhos serão apresentados com as suas respectivas datas de conclusão.

1989 – Liderança Logística: Posição competitiva de destaque para os anos 90.

O foco principal foi expandir o entendimento geral do que eram constituídas as melhores práticas dentro da emergente área da logística. Entendia-se que as melhores práticas logísticas poderiam ser generalizadas através das indústrias, tão bem quanto pelas empresas que compunham a cadeia de distribuição. Continue lendo: Logística de classe mundial – parte 1

Série Pesquisa Operacional – uma visão geral (ATUALIZADO)

equações pesquisa operacional - Logística DescomplicadaA Pesquisa Operacional (PO) é a área que analisa formas de modelar os sistemas do mundo real em termos matemáticos, para identificar mais claramente as relações entre diferentes elementos com o objetivo de melhorar ou otimizar seu desempenho. Ela faz uso de modelos matemáticos, estatísticos e de algoritmos para identificar pontos de melhoria e ajudar na tomada de decisões empresariais.

Esta área está intimamente ligada à logística, pois muitos sistemas produtivos, industriais e gerenciais podem fazer uso das técnicas de Pesquisa Operacional para alcançar um desempenho superior. De fato, muitos softwares utilizados por empresas têm complexos algoritmos por trás, para determinar a melhor quantidade de produtos para se manter em estoques, os melhores volumes de produção (e seu agendamento), fazer roteamento de veículos, dentre outros.

A Pesquisa Operacional normalmente busca encontrar o valor máximo (de lucro, performance, aproveitamento) ou mínimo (de risco, de custo). É importante ressaltar que do ponto de vista da PO, quando se fala em máximo ou mínimo está implícito que não existe nenhuma outra solução melhor, ou seja, a solução encontrada é provada matematicamente como sendo a melhor de todas as soluções possíveis. Esta solução é chamada de ótima e o sistema é dito otimizado.

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