A qualidade total e a administração tradicional
A qualidade total e a administração tradicional: seu impacto nos custos
Sem dúvida a gestão pela Qualidade Total tornou-se, nos dias de hoje, foco de atenção e de grandes preocupações para a maioria dos executivos confrontados com a responsabilidade que significa definir, em matéria de escolhas de metodologias ou linhas de atuação, quais devem ser seguidas pelas organizações na tentativa de superar os desafios que a turbulência do momento econômico lhes apresenta. Dentro de este contexto a Qualidade Total ( ou TQM - nome que daremos ao sistema administrativo utilizado para implementá-la em uma organização) é vista por alguns como uma panacéia universal – de fácil aplicação – para a cura de todas as doenças organizacionais e dando ao mesmo tempo, garantia de resultados financeiros e oportunidade de realização para todos os funcionários; assim lhes é vendida por muitos consultores que não sabem muito bem do que estão falando. Para outros, a Qualidade Total não deixa de ser um modismo que tem os dias contados, e que não vale a pena investir nela nenhum esforço, nem muito menos alocar recursos na sua implementação. Aqueles executivos que a consideram uma panacéia pecam de uma preguiça ignorante. Preguiça, porque uma forma de fugir de muitas responsabilidades gerenciais é descarregando tudo nos méritos em uma metodologia, ou em um grupo de consultores que assumam o problema. Ignorante, porque não sabem o que a Qualidade Total pode e o que não pode fazer.
Autor: Manuel Folledo
Departamento de Estatística – Mestrado em Qualidade
Universidade Estadual de Campinas
Leia mais:
- Qualidade Total: uma aplicação prática da filosofia dos 5s
- A história da qualidade
- Ferramentas da qualidade
- Apostila: Controle da qualidade
- A evolução da qualidade: dos processos aos produtos
Para manter-se sempre atualizado assine nossa newsletter ou nosso feed.







