Latest News

Leitura Recomendada
Estratégia competitiva

Estratégia competitiva

No momento em que tratamos sobre indicadores de desempenho e sobre como escolher os melhores indicadores de desempenho para cada empresa, voltamos a destacar a importância da estratégia adotada pela empresa.

Assim como os indicadores devem ser escolhidos individualmente, olhando com cautela para cada caso, as estratégias também são únicas. Cada empresa deve escolher a sua, com muito cuidado depois de analisar suas habilidades, suas fraquezas, o mercado consumidor e os concorrentes. Só depois de analisar com critério esses elementos poderá decidir como vai competir. Essa será a estratégia competitiva da organização.

No entanto, definir a melhor estratégia competitiva não é uma tarefa tão simples quanto parece. Os conceitos básicos de administração estratégica que as empresas devem adotar a fim de enfrentar o desafio diário de competir com outras companhias no ambiente acelerado e global em que vivemos atualmente são bastante intrincados e complexos. Por isso, recomendo hoje a leitura do livro Estratégia Competitiva, onde são examinados, além de tópicos tradicionais da administração estratégica, outros assuntos importantes a fim de auxiliar no preparo do leitor para uma carreira gerencial bem-sucedida

Desempenho
Como melhorar suas operações usando indicadores de desempenho?

Como melhorar suas operações usando indicadores de desempenho?

Os indicadores de desempenho, também chamados de KPIs (key performance indicators) são medidas de desempenho quantificáveis que ajudam as empresas a definir, avaliar, acompanhar e melhorar seu desempenho em áreas consideradas importantes para a organização.

Por refletirem aspectos estratégicos da empresa, devem ser cuidadosamente selecionados, para que os colaboradores possam olhar para o indicador, tentar melhorá-lo, e com isso, melhorar o desempenho geral da empresa. Assim, servem para direcionar os esforços da equipe para aquilo que a alta gerência considera importante.

Mas quais são os indicadores mais indicados para cada empresa? O segredo é customizar a seleção dos indicadores, para que eles reflitam uma situação que é única para cada empresa. Não se deve utilizar todos os indicadores disponíveis, isto seria uma enorme perda de tempo. Aqui, a regra do Pareto é válida: poucos são vitais, a maioria é trivial. Um departamento que tenha 5 bons KPIs está no caminho certo para direcionar seus esforços para a melhoria contínua naqueles itens escolhidos, que serão sua vantagem competitiva.

Desempenho
Indicadores de Desempenho Logístico (KPI)

Indicadores de Desempenho Logístico (KPI)

Os indicadores de desempenho, também chamados de Indicadores Chave de Desempenho (ou Key Performance Indicator – KPI – em inglês) servem para avaliar e medir o nível de desempenho de processos chaves para a empresa.

São muito utilizados pela alta gerência para direcionar os esforços dos colaboradores, pois facilitam o direcionamento dos esforços para a melhoria dos índices mais importantes.

Os indicadores de desempenho são únicos para cada empresa, pois devem refletir a estratégia da mesma. Assim, na área de logística, para algumas empresas um indicador importante será relacionado ao tempo, enquanto para outras será o custo ou a qualidade.

Além disso, os indicadores de desempenho devem ser usados não apenas para avaliar processos internos, mas também os processos externos, avaliando os parceiros da cadeia de suprimentos.

Logística
Commodities: boas perspectivas

Commodities: boas perspectivas

 

Todas as análises indicam que este ano de 2011 será promissor para a agroindústria brasileira, especialmente nos segmentos de cana-de-açúcar, café, algodão, milho e carnes bovina, suína e de frango. Apesar da precaução do mercado com os problemas surgidos neste começo do ano, especialmente no Japão e no mundo árabe, há indícios de que, em 2011, a crise financeira mundial será superada, gerando um reaquecimento no setor agroindustrial em geral. Tanto que o Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta uma retomada do crescimento econômico mundial, que será alavancada pelos países em desenvolvimento. E o Brasil, país em franca ascensão, terá um papel fundamental como fornecedor de produtos agrícolas.

É claro que os problemas causados por questões climáticas, como chuvas em demasia e enchentes, prejudicam o desenvolvimento do agronegócio, mas o entrave maior são os “gargalos” que impedem o perfeito escoamento da produção agrícola por rodovias e vias de acesso ao Porto de Santos e a outros portos. É de lembrar que, em julho de 2010, no Porto de Santos, foram registradas filas imensas de caminhões por causa da demora para o embarque de açúcar.

Houve dia em que mais de cem navios estiveram na barra à espera de ordem para atracação. Com esse “apagão”, foram muitos os prejuízos para todas aquelas empresas que dependem de operações portuárias: importadores, exportadores, comissárias de despachos e transportadoras que não puderam desenvolver normalmente suas atividades.

Leitura Recomendada
O inglês na logística e no transporte

O inglês na logística e no transporte

O profissional de hoje em dia, e não apenas na área de logística, precisa ser cada vez mais completo. Isso significa que ele deve ter uma formação adequada, possuir experiência na área, deve pensar em fazer uma pós graduação para complementar seus conhecimentos e falar outras línguas.

Algumas pessoas já me procuraram (durante a série de matérias sobre carreira em logística) para perguntar se deveriam estudar inglês ou fazer uma pós. Minha resposta era sempre a mesma: por que uma coisa exclui a outra?

Além disso, muitas empresas pedem que os profissionais falem mais de uma língua estrangeira, considerando que o inglês é “obrigação”.  A diferenciação do profissional se dará pela segunda língua estrangeira.

Mas se você ainda está “arranhando” no inglês, a dica de leitura de hoje deve ajudar a sua situação. O livro chama-se Inglês no Transporte e na Logística e o título não poderia ser mais explicativo.

Vídeo sobre o porto de Roterdã

Complementando a matéria sobre o Porto de Roterdã, um dos mais importantes do mundo e certamente o mais importante da Europa, veja no vídeo abaixo o tamanho da estrutura e o desafio logístico que é receber os navios, retirar e colocar os produtos neles e despachá-los novamente para o oceano. Considere que todos os envolvidos tem uma enorme pressão para fazer estas atividades no menor tempo possível, pois as multas por sobreestadia do navio no porto são enormes (bem como o porto também recebe um bônus se consegue despachar o navio antes do previsto).

Logística
Porto de Roterdã

Porto de Roterdã

O Porto de Roterdã, na Holanda, embora não seja mais o maior do mundo, continua tendo vital importância para o transporte marítimo e para as operações de comércio exterior. Sua importância, tanto atual quanto histórica, fazem dele uma atração à parte para a área logística.

O Porto de Roterdã, localizado no sul do Holanda, foi o maior do mundo até 2004.  Continua sendo o maior porto da Europa, e até 2004 foi o mais movimentado do mundo; hoje já foi ultrapassado pelos portos asiáticos de Xangai e Singapura em termos de tonelagem de carga movimentada. Em termos de movimentação de contêineres (TEU – twenty-foot equivalent), em 2009 ele foi o décimo mais movimentado do mundo (onde os dois primeiros também são Xangai e Singapura).

O porto tem mais de 100 km² e tem mais de 40km de extensão. Ele é um importante centro logístico na Europa pois recebe os maiores navios do mundo, que dali transferem suas mercadorias – seja a granel ou em contêineres – para navios menores que abastecem outras partes do mundo, ou por rios para a Europa, ou ainda por trilhos ou estrada para o interior europeu.

Demanda
As limitações do Lote Econômico de Compras e como superá-las

As limitações do Lote Econômico de Compras e como superá-las

O Lote Econômico de Compras é a quantidade a ser comprada que vai minimizar os custos de estocagem e de aquisição, simultaneamente. Do ponto de vista da gestão de estoques, queremos mantê-los sempre baixos pois isso gera baixos custos de estoque. Por isso, é desejável fazer muitas compras de pequenos lotes. Por outro lado, existe um custo associado a cada pedido, e se fizermos poucos pedidos (de grandes quantidades), economizaremos no custo de pedido.

O problema é então equilibrar os custos totais (de estoque + de pedido) no seu valor mínimo, e isto é feito através do Lote Econômico de Compras (LEC). Se você quer saber como se calcula o LEC, veja a matéria Entendendo o Lote Econômico de Compras.

Apesar de muito prático, o LEC não é perfeito. Ele faz várias suposições que nem sempre são verdade (veja uma lista destas suposições na matéria anterior).

Geral
Brasil, país do futuro?

Brasil, país do futuro?

*Por Bruno Sangali

De afirmação à dúvida. Por que o futuro do país demonstra tantas incertezas?

A década iniciou trazendo ao povo brasileiro ares de prosperidade. O país superou a crise, convive com uma economia estável. A inflação tão “temida” nos anos 90 assombrava o país com índices que passaram dos 800% em um ano! Em 2010 a média anual foi de 5,91%. Já a taxa de desemprego caiu pela metade nos últimos 9 anos onde atingimos 6,3%. O menor índice de nossa história. Enfim, tudo indica que “chegou a vez do Brasil”.

Então, quais são estas incertezas?  Como principal fator negativo, podemos destacar o atraso na infra-estrutura nacional. Não há boas perspectivas quanto a grandes investimentos nesta área para suprir a demanda pelo transporte nacional. O modal ferroviário, utilizado principalmente para o transporte de produtos pesados e de baixo valor agregado possui apenas 29.500 dos 52.000 km estabelecidos como necessários pela ANTF – Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários.  Outra possibilidade seria o melhor aproveitamento do transporte por hidrovias. Como vivemos em um país onde a costa marítima é extensa, possui-se rios com grande potencial para o transporte hidroviário, por que não usar este modal? Utilizamos apenas 10.000 dos 42.000 km das hidrovias existentes no Brasil!

Geral
Salário mínimo – histórico e atualizado (2011)

Salário mínimo – histórico e atualizado (2011)

O valor de R$ 545,00 aprovado como novo valor do salário mínimo pelo Congresso, com vigência a partir de primeiro de março de 2011, deve injetar mensalmente na economia algo em torno de R$ 1,5 bilhão, avalia a Fecomércio-SP . Segundo o presidente da federação, isso é significativo na elevação da capacidade de consumo das famílias de baixa renda.

Ainda segundo a Fecomércio, esse novo valor do salário mínimo deve impactar a economia com um valor em torno de R$ 17 bilhões, ficando o INSS com R$ 8,5 bilhões, a iniciativa privada com algo em torno de R$ 5,5 bilhões, e os trabalhadores autônomos e empregados domésticos com R$ 3 bilhões.

O coordenador da área de Economia Aplicada do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Armando Castelar Pinheiro,  acredita que o reajuste gera um impacto no poder de compra dos consumidores. Mas, para ele, esse impacto não é tão forte. “O mínimo de R$ 545 essencialmente repõe a inflação passada, que é a regra acertada”, disse, de acordo com a Agência Brasil. “Tem um impacto no consumo no mês em que ele ocorre, mas esse impacto não é tão grande”, concluiu.

O reajuste também gera um impacto na inflação, explica o economista. Isso porque parte do índice de inflação é formada por preços que refletem serviços indexados ao salário mínimo. Sempre que ocorrer um aumento no salário mínimo, o mesmo gerará um aumento de consumo e de inflação num primeiro momento, mas que será logo normalizado tanto o consumo como a inflação.

No Brasil 46,8 milhões de pessoas recebem salário mínimo; destas, 19,2 milhões são beneficiárias do INSS, 13,8 milhões são empregados, 8,7 milhões são autônomos e 5,1 milhões são trabalhadores domésticos.

Salário Mínimo real e o necessário

Pages