Latest News

Comércio Exterior - COMEX
Estudo de caso de exportação com portos secos

Estudo de caso de exportação com portos secos

Nesta série de matérias sobre os portos secos, você verá como eles podem ajudar a logística nacional, diminuindo custos e prazos para importações e exportações. Através de estudos de casos você verá exemplos de utilizações bem sucedidas destes terminais logísticos. Nesta matéria abordamos como os portos secos podem ajudar nos processos de exportação, através do estudo de caso da exportação de chapas de granito.

Por Leandro Callegari Coelho e Carlos Araújo*

Exportação de Chapas de Granito: Necessidade de Movimentação de Produtos Pesados.

O Brasil é um grande exportador de chapas de granito, em especial os estados da Bahia, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

O produto possui uma beleza natural que lhe confere status, mas sua fragilidade o obriga a pensar na logística aduaneira com muito cuidado.

No entanto, nem sempre os exportadores possuem os equipamentos adequados para a movimentação e a correta estufagem nos contêineres para exportação.

É nesse momento que o terminal torna-se importante para os exportadores de chapas de granito. Eles produzirão o produto, o colocarão em uma embalagem menos robusta, apenas para fazer o trajeto até o porto seco em um caminhão aberto e preparado para carregar cavaletes.

Leitura Recomendada
Logística reversa para o lixo eletrônico

Logística reversa para o lixo eletrônico

Com o avanço contínuo da tecnologia, nos vemos forçados a trocar nossos computadores e outros equipamentos num ritmo alucinante. Se você tem mais de 20 anos, provavelmente lembra dos walk man, aqueles aparelhos portáteis que tocavam fitas K7. Logo depois eles foram substituídos pelos disc man, que tocavam os CDs. Foi um salto na tecnologia e qualidade do som. Em seguida vieram os disc man que tocavam também CDs com músicas digitais (MP3). Em seguida foi a vez dos MP3 players, do tamanho de uma pilha. Hoje os celulares integram essa função (sem falar dos iPods e similares).

Com computadores a situação é a mesma, e certamente você consegue identificar outros aparelhos com vida útil tão curta: telefones celulares, vídeos-cassete, DVDs, blu-rays, etc.

Com tamanha quantidade de equipamentos sendo substituídos, uma dúvida deve surgir: o que fazer com tanto lixo eletrônico? Existe não somente plástico reciclável, mas também materiais metálicos e até ouro em alguns dos contatos desses equipamentos. A logística reversa atua, neste caso, como uma solução para dois problemas muito importantes: o problema ambiental, e o problema financeiro.

Não adianta negar, as empresas investem em logística reversa e cuidados com meio ambiente também por interesses econômicos. É possível economizar algum dinheiro em matérias-primas, ao mesmo tempo em que se satisfaçam as leis e se consegue uma boa imagem por isso, com a vantagem obtida através do marketing dessas ações.

Pensando nisso é que foi escrito o livro Logística Reversa como solução para o problema do lixo eletrônico – benefícios ambientais e financeiros.

Comércio Exterior - COMEX
Estudo de caso de importação utilizando portos secos

Estudo de caso de importação utilizando portos secos

Nesta série de matérias sobre os portos secos, você verá como eles podem ajudar a logística nacional, diminuindo custos e prazos para importações e exportações. Através de estudos de casos você verá exemplos de utilizações bem sucedidas destes terminais logísticos. Nesta matéria abordamos como os portos secos podem ajudar nos processos de importação, através do estudo de caso da importação de vodka da Suécia.

Por Leandro Callegari Coelho e Carlos Araújo*

Importação de Vodca Sueca: Necessidade de Selagem e Vistoria do Ministério da Agricultura

Vodca no Brasil tem basicamente duas macro-exigências: a necessidade da selagem na garrafa (Selo do IPI) e a conferência por parte do Ministério da Agricultura, das características físico-química dos produtos, o que obriga a passar por análises laboratoriais.

Sabendo disso, esse tipo de mercadoria não pode ficar armazenada na zona primária por alguns motivos.  Primeiro que o porto não tem especialização em fazer serviço de desunitização, separação, selagem e unitização com a agilidade e o cuidado que o produto precisa.  Segundo, que o porto foi concebido para operar com navio, trabalhando com milhares de contêineres, e não com um importador.  O escopo de serviço do porto não se enquadra com as necessidades que as importadoras de bebidas querem.

E por último, mas não menos importante, preparar e aplicar os selos requer um contingente de pessoas muito grande e uma área específica, coisa que os portos não são especializados e nem estão preparados a oferecer.

Comércio Exterior - COMEX
Situação dos portos secos no Brasil – benefícios para importações e exportações

Situação dos portos secos no Brasil – benefícios para importações e exportações

Nesta série de matérias sobre os portos secos, você verá como eles podem ajudar a logística nacional, diminuindo custos e prazos para importações e exportações. Através de estudos de casos você verá exemplos de utilizações bem sucedidas destes terminais logísticos. Nesta matéria, você conhecerá como estão os portos secos brasileiros, e como eles podem ajudar os processos de importação e exportação.

Por Leandro Callegari Coelho e Carlos Araújo*

Situação dos portos secos no Brasil

O Brasil possui 63 portos secos em funcionamento em todas as regiões do país, sendo 35 unidades em 14 estados, 1 no Distrito Federal e 27 em São Paulo.

E a importância do entreposto aduaneiro pode ser medida pela facilidade e economia que gera aos negócios importados ou a exportar no dia-a-dia das empresas. Como forma de clarificar como isso acontece, descreveremos abaixo duas situações em que o uso do entreposto aduaneiro se torna vital para o sucesso do negócio.

Existem em operação 63 unidades de Portos Secos: 35 unidades em 14 estados, 1 no Distrito Federal e 27 unidades em São Paulo

Comércio Exterior - COMEX
A importância dos Portos Secos na logística aduaneira do Brasil – uma visão geral

A importância dos Portos Secos na logística aduaneira do Brasil – uma visão geral

Nesta série de matérias sobre os portos secos, você verá como eles podem ajudar a logística nacional, diminuindo custos e prazos para importações e exportações. Através de estudos de casos você verá exemplos de utilizações bem sucedidas destes terminais logísticos. Nesta matéria, você conhecerá o que são os portos secos e quais as vantagens que eles trazem aos processos logísticos e de comércio exterior

Por Leandro Callegari Coelho e Carlos Araújo*

Os números não mentem: o comércio exterior do Brasil tem crescido muito nas últimas décadas. Exportamos algo em torno de 2,7 bilhões de dólares em 1970, US$ 20 bilhões em 1980 e US$ 30 bi em 1990. No início desta década estes valores ultrapassavam os 100 bilhões de dólares e agora estão próximos do meio trilhão de dólares. Nossos portos não toleram mais crescimentos sem investimentos maciços em infra-estrutura, pois em termos de carga movimentada o crescimento é igualmente grande: de 500 milhões de toneladas em 2001 para 700 milhões de toneladas este ano. A Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP) estima que em quatro anos esse volume chegará a 1 bilhão de toneladas.

Com esses números, o Brasil já é o terceiro maior exportador de alimentos do mundo, segundo pesquisas recentes.  Perdemos apenas para os Estados Unidos e União Européia, e recentemente ultrapassamos o Canadá.  Austrália, China, Argentina e outras potências agrícolas já ficaram pra trás há décadas.  Mas isto não pode ser motivo de comemoração, quando analisado pela ótica da logística.

Comércio Exterior - COMEX
Agenciamento de carga: um ramo cada vez mais dinâmico

Agenciamento de carga: um ramo cada vez mais dinâmico

* Por Rebeca Schumacher e André de Seixas

Não é novidade para ninguém que o comércio exterior contemporâneo exige das empresas importadoras e exportadoras cada vez mais qualidade, valores competitivos, eficiência, velocidade e pontualidade.

Peça fundamental no comércio exterior, os agentes de cargas ainda precisam passar por algumas transformações para que consigam acompanhar o ritmo da evolução dos negócios de seus clientes e, principalmente, para agregar valor aos seus serviços.

No início, os agenciadores de cargas limitavam-se ao atendimento do modal que propiciava o transporte internacional, ou seja, a mera revenda de fretes que, muitas vezes, se limitava a troca de conhecimentos de transporte master x house.

Vendo o aumento das necessidades de seus clientes e também o surgimento de uma imensa quantidade de concorrentes, fato que reduzia cada vez mais seus ganhos, os agenciadores começaram aumentar o seu poder de alcance através da intermodalização ou multimodalização de seus serviços de transportes, oferecendo inclusive o desembaraço aduaneiro, a distribuição e o armazenamento de mercadorias.

Um dos exemplos clássicos dessas transformações, porém, no sentido inverso, ocorreu com as comissárias de despacho aduaneiro, que trouxeram para o seu escopo de atendimento o agenciamento e hoje se tornaram também agentes de carga, competindo em pé de igualdade com muitas empresas tradicionais.

Desempenho
Indicadores de desempenho para o planejamento e controle de estoques

Indicadores de desempenho para o planejamento e controle de estoques

Nas matérias sobre os indicadores de desempenho, você já viu exemplos de métricas para avaliar os transportes e também a logística interna (movimentação e armazenagem). E o objeto do transporte e da armazenagem? Estamos falando dos produtos que estarão disponíveis para venda.

Manter os estoques no nível adequado não é uma tarefa fácil. Requer coordenação entre compras, vendas, previsão e planejamento da demanda. Estoques muito alto garantem o atendimento da demanda mas incorrem em custos elevados. Estoques baixos garantem baixos custos de manutenção mas corre-se o risco de perder vendas, que representam um custo intangível muito elevado.

Vejamos alguns indicadores de performances para gestão de estoques:

Carreira
Falta de qualificação dos profissionais afeta 69% das indústrias do Brasil

Falta de qualificação dos profissionais afeta 69% das indústrias do Brasil

Por Karla Santana Mamona*, Infomoney

A falta de profissionais qualificados afeta 69% das indústrias do País. É o que revela uma pesquisa realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e divulgada nesta quarta-feira (6).

O problema atinge empresas de todos os portes. De acordo com os dados, a resposta foi indicada por 70% das pequenas e médias indústrias e por 63% das grandes.

Por área
Na análise por área, nota-se que os empresários encontram dificuldades em contratar mão-de-obra qualificada em diversos setores, desde produção à gerência da empresa.

Entre os setores mais afetados está a área de produção, já que há falta de engenheiros, técnicos e operadores.

Desempenho
Indicadores de desempenho para o processamento de pedidos e atendimento ao cliente

Indicadores de desempenho para o processamento de pedidos e atendimento ao cliente

Atender bem o cliente é essencial. Não é apenas uma questão de marketing, é questão de sobrevivência. O mercado está competitivo, se você não tratar bem seu cliente, seu concorrente o fará.

Para garantir que você não caia nesta armadilha, é preciso acompanhar de maneira simples e eficaz como anda o processo de acompanhamento dos pedidos e de atendimento ao cliente. Uma forma de fazer este acompanhamento é através de indicadores de desempenho. Eles permitem obter métricas quantificáveis e comparáveis para avaliar se o processo tem melhorado ao longo do tempo.

Conheça alguns indicadores de desempenho para a área de processamento de pedidos e atendimento aos clientes. Assim você terá medidas numéricas para avaliar o desempenho de sua organização:

Desempenho
Indicadores de desempenho para o setor de movimentação e armazenagem

Indicadores de desempenho para o setor de movimentação e armazenagem

Depois de entender o que são os indicadores de desempenho, saber o que levar em consideração para escolher bons indicadores de desempenho e conhecer alguns exemplos de indicadores de desempenho para o setor de transportes, chegou a hora de conhecer alguns exemplos para o setor de movimentação e armazenagem.

Depois do setor de transportes, este é talvez o mais conhecido dentro da logística. Envolve a parte de movimentação interna e a guarda dos produtos dentro do armazém. Fazer o controle efetivo destas atividades é, portanto, essencial para qualquer empresa que mantenha estoques de seus produtos.

Como destacado nas matérias anteriores, cada empresa deve adaptar os indicadores para suas necessidades particulares e nem todo indicador é apropriado para todas as empresas. Portanto, considere os exemplos abaixo com cautela e leia as matérias relacionadas abaixo se você deseja implantar algum destes indicadores de desempenho logístico em sua empresa.

Pages