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Num cenário de estagnação mundial, o que se pode esperar de 2012 para a economia brasileira é uma expansão mais modesta em relação a 2011. Mas isso não significa que hão de vir por aí tempos difíceis, desde que o governo saiba manter sob controle os gastos públicos, o que, num ano de eleições municipais, não deixa de ser uma ação hercúlea.
Seja como for, se a expansão da economia em 2012 ficar no nível da de 2011, já será um bom desiderato, levando-se em conta as dificuldades externas. Mas não se pode esquecer também que as dificuldades internas não são
A julgar pelos lucros que receberam, as matrizes de diversas montadoras de automóveis não tiveram do que reclamar de suas subsidiárias brasileiras em 2011. Os dados estão fresquinhos, foram divulgados pelo Banco Central na última terça-feira (24): a indústria automotiva no Brasil foi o setor que mais remeteu dinheiro ao exterior no ano passado, à frente até de bancos e empresas de telecomunicações, que ficaram com o segundo e terceiro lugares, respectivamente.
Não se trata de números frívolos: foram os próprios fabricantes de veículos que registraram junto ao BC
remessas de lucros e dividendos no total de US$ 5,58 bilhões, o maior
Investimento da estatal Infraero bateu recorde no ano passado, mas não deu conta do aumento da demanda
Viracopos (Campinas) foi a unidade que mais cresceu no ano passado, com
Não é preciso ser especialista em logística para saber que, com o atual modelo de transportes, o Brasil não vencerá a acirrada competição com os mercados globalizados. O
Num reino não muito distante, o povo admirava um soldado de pedra construído pelo rei e que ganhara vida sob os olhos arregalados dos que comentavam que agora
Dados de 2011 mostram que o Brasil ultrapassou o Reino Unido e ocupa atualmente a sexta posição no ranking das maiores potências econômicas no mundo. Os dados são
Há de se considerar que 2011 foi um ano positivo para o desenvolvimento da Logística. Uma área relativamente nova no Brasil, mas que se firma possibilitando novas soluções
O tempo gasto pelos navios de carga na espera para atracar no porto de Santos soma 11 anos -isso, contando somente o intervalo de janeiro a outubro de
No século XVIII, à época do Brasil colonial, era do Estado que tudo dependia: as câmaras municipais, entre outras atribuições, cuidavam dos estancos, os monopólios que eram concedidos