| Por Logística Descomplicada, em junho 5th, 2010 gestão de estoques e compras no varejo A atividade varejista no Brasil teve o desenvolvimento de seus métodos de gestão de maneira tardia quando comparados ao ambiente industrial. Especialmente os métodos e processos relativos à gestão dos estoques e compras somente começaram a ser estudados de maneira mais sistemática após a divulgação no Brasil dos movimentos chamados QR – resposta rápida e ECR – resposta eficiente ao consumidor. Tais movimentos iniciaram pela utilização da identificação de mercadorias por código de barras e evoluíram para diversas áreas tais como custos baseados em atividades, gerenciamento de categorias e, mais recentemente, o CPFR – planejamento colaborativo da demanda e reposição de mercadorias. Neste artigo comenta-se técnicas de definição de sortimento de mercadorias, modelos de classificação de mercadorias, análise de demanda e orçamento de compras, técnicas de planejamento de estoques – TPOP – ponto de reposição baseado nas demandas de períodos de tempo futuros, DRP – planejamento de necessidades de distribuição, ROP – ponto de reposição, máximos/mínimos, reposição baseada em tempo de cobertura de demanda – assim como programação de compras de mercadorias específicas para eventos e de moda, e alguns dos principais indicadores do desempenho da gestão de estoques e compras em empresas de varejo de mercadorias, com aplicabilidade também, em boa parte dos casos, para empresas atacadistas. Discute-se, ainda, sobre desenvolvimento, contratação e relacionamento entre varejistas e seus fornecedores, dentro da moderna ótica do SCM – gerenciamento da cadeia de suprimentos. Continue lendo: Gestão de estoques e compras no varejo Por Logística Descomplicada, em maio 31st, 2010 As empresas são movidas por inovação. Quem não inova está fadado ao fracasso, pois os consumidores não querem sempre o mesmo produto, no mesmo prazo, com o mesmo serviço. Os clientes querem sempre mais e melhor. Expandindo a ideia para cadeias de suprimentos, são raras aquelas que pesquisam e investem na inovação, mas muitas empresas investem milhões em produtos inovadores – algumas inclusive vivem disso.
Releia o artigo Os 10 principais erros das cadeias de suprimentos e veja que eles se aplicam a muitas empresas. Elas falham com sua lentidão em adotar as melhores práticas do mercado e por isso não é surpresa perceber que não investem o necessário (tempo, esforço, dinheiro) em inovação. Assim, estas companhias perdem uma ótima oportunidade de agregar mais valor aos negócios. Este artigo vai indicar 7 ideias inovadoras capazes de gerar mais valor, e elas podem trazer resultados financeiros tangíveis. Em tempos controversos e de crise como atualmente, um esforço neste sentido pode colocar sua empresa em posição privilegiada num futuro próximo. Continue lendo: 7 ideias para gerar valor na sua empresa Por Logística Descomplicada, em maio 28th, 2010 Existem duas cadeias de suprimentos diferentes: a física e a financeira. Não basta melhorar individualmente as cadeias de suprimentos física e financeira, mas é preciso cuidar da interface, da integração entre elas. Além de melhorá-las deve-se integrá-las, pois esta integração permite ganhos econômicos no final.
A cadeia física foca em atividades logísticas como transporte e armazém de forma isolada. Trabalhando estas duas atividades de forma integrada vários benefícios podem surgir tais como: ganho de tempo, redução de custos dos inventários e aumento de atividades conjuntas. Por outro lado as empresas estão integrando sua cadeia de suprimentos financeira, direcionando o fluxo de informações com softwares específicos. Os ganhos de eficiência geram grande capacidade de monitorar e estimar os recebíveis, a necessidade de capital de giro e conseqüentemente melhorar sua situação financeira. A proposta é integrar as duas cadeias para agregar valor a cadeia como um todo. Mas muitas ineficiências permanecem, impedindo uma integração total. Uma empresa possui um processamento automático de aquisição de materiais, mas os compradores tem que acessar outros sistemas ou até mesmo realizar offline para realizar os pagamentos. Como conseqüência há um aumento no tempo de conclusão de todos os procedimentos. Continue lendo: Integração entre a cadeia de suprimentos física e financeira: como aumentar o valor Por Logística Descomplicada, em maio 26th, 2010 As cadeias de suprimentos têm grande poder de gerar valor ao acionista e acima de tudo, sua gestão se reflete no valor final dos produtos. Pesquisas apontam que os custos da cadeia de suprimentos representam até 50% do valor final dos produtos.
Confira abaixo 10 conceitos, trabalhados com erros costumeiros, identificados na maioria das tentativas de desenvolvimento da cadeia de suprimentos que levam a perda de oportunidades de grande geração de valor. As implementações fracassadas na cadeia de suprimentos estão diretamente relacionadas ao resultado financeiro das atividades empresariais, onde 30% dos produtos novos não conseguem retornos semelhantes aos seus antecessores, devido, entre outros a: - Programas implementados por pessoas sem habilidades ou treinamentos específicos;
- Empresas relacionam exercícios na cadeia de suprimentos a redução de custos ou implementação de tecnologias;
- Empresas vêm a cadeia de suprimentos apenas como algo interno a empresa.
Continue lendo: Os dez principais erros na cadeia de suprimentos Por Logística Descomplicada, em fevereiro 5th, 2010 Há pouco tempo vimos um panorama de tendências da logística para 2010, que você pode conferir novamente lendo as opiniões de diferentes profissionais e pesquisadores: a minha, a do colaborador Neimar Follmann, a do Luiz Paiva, e a do Rogério Barrionuevo. Vimos também duas excelentes matérias de conceitução de logística e de supply chain management além do Glossário Descomplicado. Agora chegou a hora de vermos um pouco sobre as tendências da gestão de cadeias de suprimentos. Por Aline Regina Santos e João Eugênio Cavallazzi A implementação do conceito de SCM é bastante complexa e demorada, e jamais seria exequível sem o apoio das TI. O SCM pode ser implementado utilizando um pacote genérico de ERP, integrando os vários processos e atividades internas e externas à empresa, contudo o planejamento e otimização da cadeia, no ERP fica muito aquém das expectativas. Para diminuir esta deficiência existente nos sistemas ERP, surgiram então as aplicações APS ouAdvanced Planning & Schedulling System, a denominação genérica para uma geração de softwares de otimização de toda a cadeia de fornecimento, que envolve desde o planejamento da procura, produção e distribuição, possibilitando conectar as decisões logísticas e geri-las de maneira integrada. Cresce nas empresas a percepção de que os desafios futuros da SCM estarão relacionados às pressões crescentes para entregar melhores produtos a custos mais baixos, com maior velocidade e em mercados customizados. As principais características de mercado que as empresas estão enfrentando no novo ambiente globalizado são: Continue lendo: Tendências em Gestão de Cadeia de Suprimentos Por Logística Descomplicada, em fevereiro 1st, 2010 Depois do texto Definições e Conceituação de SCM, vamos agora conhecer um pouco mais sobre conceitos e definições em logística empresarial. Por Camila Avozani e Aline Regina Santos No início de 1991, a logística e a estratégia competitiva, demonstraram sua importância. Como preparação para a Guerra do Golfo, os Estados Unidos e seus aliados tiveram que deslocar grandes quantidades de materiais a grandes distâncias, com tempo curto. Meio milhão de pessoas e mais de meio milhão de materiais e suprimentos tiveram que ser transportados através de 12.000 quilômetros por via aérea, mais 2,3 milhões de toneladas de equipamentos transportados por mar em questão de meses, usando os recursos da logística. Ao longo da história do homem as guerras têm sido ganhas e perdidas através do poder e da capacidade da logística, ou a falta deles. Enquanto os generais dos tempos remotos compreenderam o papel crítico da logística, estranhamente, apenas num passado recente é que as organizações empresariais reconheceram o impacto vital que o gerenciamento logístico pode ter na obtenção da vantagem competitiva. Em parte, deve-se esta falta de reconhecimento ao baixo nível de compreensão dos benefícios da integração logística. A distribuição física das mercadorias é um problema distinto da criação de demanda, com grandes falhas das operações de distribuição devido à falta de coordenação, entre a criação da demanda e o fornecimento físico, sendo pois uma questão que deve ser enfrentada e respondida antes de começar o trabalho de distribuição. Entretanto, a logística não se refere apenas à distribuição física e sim, a gestão de estoques, armazenagem, distribuição, gestão de compras e transporte, além das atividades de apoio. Ao longo do tempo, a logística vem evoluindo, passando de ações isoladas para ações sinérgicas, ou seja, à logística integrada e, atualmente, supply chain management (gerenciamento da cadeia de suprimentos), aspectos estes que serão aqui abordados. Continue lendo: Logística empresarial – conceitos e definições Por Logística Descomplicada, em janeiro 27th, 2010 Por: Aline Regina Santos Este documento foi desenvolvido tendo por base três papers relacionados ao conceito e aplicação da SCM. O primeiro a ser apresentado traz o conceito de SCM próximo ao de logística. O segundo, enfatiza o escopo mais amplo da SCM, com destaque para o uso da tecnologia da informação; e o terceiro traz a aplicação de sistemas de SCM. Para complementar o assunto, são resgatadas outras definições sobre SCM, tendo por base diversos autores. Ao final, são tecidos comentários sobre o conceito de SCM e suas características. Antes de comentar sobre os papers que nortearam o desenvolvimento deste trabalho, cabe explicar rapidamente do que se trata a cadeia de suprimentos. Todo o produto ou bem físico que adquirimos chega em nossas mãos pela existência de uma cadeia de suprimentos, que inicia no fornecedor inicial de matérias-primas e termina em nossas mãos, consumidores finais. Por exemplo, para comprar um suco de laranja em caixa no supermercado, é necessário que se tenha plantado laranjas, que estas tenham sido coletas e depois processadas na forma de suco, que o suco tenha sido embalado, transportado e finalmente distribuído nas redes de varejo (mercadinhos, supermercados) onde encontramos o produto. Esta seqüência de ações é conhecida por cadeia de suprimentos e envolve diversos participantes: desde a fábrica que processa o suco de laranja, até o produtor agrícola, a empresa que realiza o transporte, armazenagem, as redes atacadistas e varejistas e demais participantes. Para Ganeshan e Harrisson (1995) o gerenciamento da cadeia de suprimentos (SCM) trata-se de uma rede de facilidades e opções de distribuição, que tem por objetivo executar funções de compra de materiais, transformar matérias-primas em produtos acabados e semi-acabados, e distribuir estes produtos aos consumidores. Neste sentido, a SCM tem como principais decisões àquelas relacionadas à localização das fábricas, das unidades produtivas, dos centros de distribuição e armazéns, ou seja, da localização da sua rede. Além, decisões de produção, entre elas o que produzir, quais fábricas produzir, ligação dos fornecedores às fábricas e das fábricas aos CDs, também estão no escopo da SCM. Decisões de estoque (gerenciamento, armazéns, estratégia de estoques) e de transporte (modais, trade-offs) também figuram entre aquelas relacionadas a SCM. Continue lendo: Definições e Conceituação de SCM (Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos) Por Logística Descomplicada, em janeiro 9th, 2010 Os cursos listados abaixo serão oferecidos no mês de março em Curitiba/PR. São oferecidos pela BPLog e são de 4, 8 ou 12h de aula. Confira as datas e horários no site da empresa. Confira no mês de fevereiro aqui no Logística Descomplicada a agenda para abril. Continue lendo: Cursos de logística (março) – Curitiba/PR | Alguns links10 links recomendados (atualize para ver outros) |