Articles Written By: Ludmar Rodrigues Coelho

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Salário mínimo – histórico e atualizado (2011)

Salário mínimo – histórico e atualizado (2011)

O valor de R$ 545,00 aprovado como novo valor do salário mínimo pelo Congresso, com vigência a partir de primeiro de março de 2011, deve injetar mensalmente na economia algo em torno de R$ 1,5 bilhão, avalia a Fecomércio-SP . Segundo o presidente da federação, isso é significativo na elevação da capacidade de consumo das famílias de baixa renda.

Ainda segundo a Fecomércio, esse novo valor do salário mínimo deve impactar a economia com um valor em torno de R$ 17 bilhões, ficando o INSS com R$ 8,5 bilhões, a iniciativa privada com algo em torno de R$ 5,5 bilhões, e os trabalhadores autônomos e empregados domésticos com R$ 3 bilhões.

O coordenador da área de Economia Aplicada do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Armando Castelar Pinheiro,  acredita que o reajuste gera um impacto no poder de compra dos consumidores. Mas, para ele, esse impacto não é tão forte. “O mínimo de R$ 545 essencialmente repõe a inflação passada, que é a regra acertada”, disse, de acordo com a Agência Brasil. “Tem um impacto no consumo no mês em que ele ocorre, mas esse impacto não é tão grande”, concluiu.

O reajuste também gera um impacto na inflação, explica o economista. Isso porque parte do índice de inflação é formada por preços que refletem serviços indexados ao salário mínimo. Sempre que ocorrer um aumento no salário mínimo, o mesmo gerará um aumento de consumo e de inflação num primeiro momento, mas que será logo normalizado tanto o consumo como a inflação.

No Brasil 46,8 milhões de pessoas recebem salário mínimo; destas, 19,2 milhões são beneficiárias do INSS, 13,8 milhões são empregados, 8,7 milhões são autônomos e 5,1 milhões são trabalhadores domésticos.

Salário Mínimo real e o necessário

Mudanças de moeda no Brasil

Mudanças de moeda no Brasil

O Brasil já teve 9 moedas. Do real (singular de réis), cujo símbolo era simplesmente a letra R e que vigorou do período colonial até outubro de 1833, ao real de FHC – R$ -, o brasileiro enfrentou a temida hiperinflação e a angustiante turbulência da recessão. Foram 6 planos econômicos só nos últimos 25 anos. Todos eles tiveram a mesma finalidade: controlar o faminto dragão da inflação. Os 5 primeiros falharam. O Plano Real permanece em vigor, mas tem pela frente uma série de desafios, para que o país consiga navegar em águas calmas.

O primeiro dinheiro a circular no Brasil foi a moeda-mercadoria, que foi o açúcar, que em 1614 passou a valer como dinheiro por ordem do governador Constantino Menelau.  As primeiras moedas metálicas – de ouro, prata e cobre – chegaram com o início da colonização portuguesa. A moeda portuguesa, o real, foi usada no Brasil durante todo o Período Colonial. Assim, tudo se contava em réis – plural popular de real.

Uma revisão das eleições de 2010

Uma revisão das eleições de 2010

 

revisão das eleições de 2010 do brasilO voto informatizado utilizado nas eleições brasileiras comemorou 14 anos de vida em 2010, já que começou a ser implementado em 1996. Mas sua história começou nove anos antes, em 1985, quando foi publicada a Lei que regulamentava a implantação do processamento eletrônico de dados no alistamento eleitoral e a revisão do eleitorado.

Nas eleições municipais de 1996, iniciou-se a implementação do voto eletrônico, quando cerca de um terço do eleitorado brasileiro votou na urna eletrônica. Em 1998, o sistema eletrônico de votação foi utilizado nas eleições gerais (presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais) sem contemplar todo o eleitorado, mas alcançando 75 milhões de eleitores.

Já nas eleições municipais de 2000, a informatização foi total e, desde então, a Justiça Eleitoral vem ampliando o número de urnas eletrônicas para atender o crescimento do eleitorado brasileiro. Em 2002, o Brasil realizou a primeira eleição geral inteiramente informatizada, e 115 milhões de eleitores digitaram seu voto na urna eletrônica.

A ascensão da Classe C – classes sociais no Brasil

A ascensão da Classe C – classes sociais no Brasil

 

Existe uma atualização desta matéria em As classes sociais e a desigualdade no Brasil

distribuição de renda brasileira - classes sociaisHá algum tempo publiquei aqui no Logística Descomplicada a matéria O Brasil, suas classes sociais e a implicação na economia, e citei que com base em dados de 2008, a classificação de renda para a determinação das classes sociais, segungo a ABEP (Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa), estava assim dividida levando em consideração a Renda Total Familiar (por mês), considerando uma família de 4 pessoas:

– A1 com renda familiar acima de R$ 38.933,88

– A2 com renda até R$ 38.933,88

– B1 com renda de até R$ 26.254,92

– B2 com renda familiar até 13.917,44

– C1 com renda familiar até R$ 8.050,68

– C2 com renda de até 4.778,12

Pesquisa infraestrutura parte 3 – aeroportos brasileiros

Pesquisa infraestrutura parte 3 – aeroportos brasileiros

Numa série de 3 artigos destinados a infraestrutura brasileira, você conhecerá mais sobre as rodovias, os portos e os aeroportos do país. Informações sobre qualidade, tamanho, quantidade e outros dados relevantes serão apresentados sobre cada um dos modais de transporte avaliados. Ao final de cada artigo o autor também apresenta algumas curiosidades ou informações gerais sobre história, geografia e economia do Brasil. O primeiro artigo da série foi sobre os portos; o segundo tratou das rodovias e este será sobre os aeroportos.

 

aeroporto aviões logística infraestrutura brasilExistem cerca de 4000 aeroportos e aeródromos no Brasil, sendo 721 com pistas pavimentadas, incluindo as áreas de desembarque. O país tem o segundo maior número de aeroportos em todo o mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. O Aeroporto Internacional de São Paulo, localizado nas proximidades de São Paulo, é o maior e mais movimentado aeroporto do país, grande parte dessa movimentação deve-se ao tráfego comercial e popular do país e ao fato de que o aeroporto liga São Paulo a praticamente todas as grandes cidades de todo o mundo. O Brasil tem 34 aeroportos internacionais e 2 464 aeroportos regionais.

Pesquisa Infraestrutura parte 2: rodovias brasileiras

Pesquisa Infraestrutura parte 2: rodovias brasileiras

Numa série de 3 artigos destinados a infraestrutura brasileira, você conhecerá mais sobre as rodovias, os portos e os aeroportos do país. Informações sobre qualidade, tamanho, quantidade e outros dados relevantes serão apresentados sobre cada um dos modais de transporte avaliados. Ao final de cada artigo o autor também apresenta algumas curiosidades ou informações gerais sobre história, geografia e economia do Brasil. O primeiro artigo da série foi sobre os portos; este segundo trata das rodovias e o terceiro será sobre os aeroportos.

 

estradas rodovias Brasil - infraestruturaNa logística o transporte rodoviário é uma das áreas mais importantes. Segundo a COPPEAD (OCOPPEAD é o instituto de pós-graduação e pesquisa em Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro), os custos com transporte chegam a 60% dos custos logísticos e a redução de custos nessa área é muito importante, pois corresponde em média a 20% do custo total das empresas.

Atualizando e relembrando alguns dados publicados aqui no Logística Descomplicada em artigo anterior, intitulado Infra-estrutura das rodovias no Brasil, o Brasil possui uma rede rodoviária de cerca de 1,8 milhões de quilômetros, sendo 96.353 km de rodovias pavimentadas (2004). As estradas são as principais transportadoras de carga e de passageiros no tráfego brasileiro. Os primeiros investimentos na infraestrutura rodoviária deram-se na década de 1920, no governo de Washington Luís, sendo prosseguidos no governo Vargas e Gaspar Dutra. O Presidente Juscelino Kubitschek (1956-1961), que concebeu e construiu a capital Brasília, foi outro incentivador de rodovias. Kubitscheck foi responsável pela instalação de grandes fabricantes de automóveis no país (Volkswagen, Ford e General Motors chegaram ao Brasil durante seu governo) e um dos pontos utilizados para atraí-los era, evidentemente, o apoio à construção de rodovias. Hoje, o país tem instalados em seu território outros grandes fabricantes de automóveis, como Fiat, Renault, Peugeot, Citroën, Chrysler, Mercedes-Benz, Hyundai e Toyota. O Brasil é o sétimo mais importante país da indústria automobilística.

Pesquisa Infraestrutura parte 1: portos brasileiros

Pesquisa Infraestrutura parte 1: portos brasileiros

Numa série de 3 artigos destinados a infraestrutura brasileira, você conhecerá mais sobre as rodovias, os portos e os aeroportos do país. Informações sobre qualidade, tamanho, quantidade e outros dados relevantes serão apresentados sobre cada um dos modais de transporte avaliados. Ao final de cada artigo o autor também apresenta algumas curiosidades ou informações gerais sobre história, geografia e economia do Brasil. O primeiro artigo da série é este sobre portos; o segundo será focado nas rodovias brasileiras e o terceiro sobre os aeroportos.

porto de santos - pesquisa de infra-estrutura logística - portos do brasil

O Brasil é um país com formas continentais. Possui uma extensão de faixa litorânea de 7.408 km. De seus 27 estados, 17 são banhados por mar.

No Brasil possuímos Portos Marítimos, Portos Fluviais e Portos Secos. Conheça mais sobre cada um deles.

Tipos de Portos

Porto marítimo

Juros e o déficit público

Juros e o déficit público

 

juros e o déficit públicoAntes de começarmos a entender o que é e como funciona o déficit público e a dívida pública, temos que primeiro saber a definição de juros. Sendo o capital um dos fatores de produção, torna-se justo que se tenha uma remuneração sobre o empréstimo deste capital, e esta remuneração é denominada juros.

O juro é a retribuição ao capital empregado. Então os juros representam a remuneração do capital empregado em alguma atividade produtiva.

Essa taxa de juros acima especificada como sendo o custo do dinheiro emprestado, em nada se parece com a taxa de juros aplicada pelos bancos e financeiras. Os bancos e as financeiras cobram algo mais embutido nas taxas de juros dos seus clientes, como uma taxa de inadimplência, impostos, seguros, entre outras.

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