Logística

Teoria das Restrições – como investir em logística

artigo publicado no Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 2008, Resende/RJ

A Teoria das Restrições como método para análise e decisão de investimentos em logística

Autores: Leandro Callegari Coelho, Neimar Follmann, Carlos Taboada, Camila Zago, Cíntia Callegari Coelho

Em muitas situações, buscando aumento de lucro ou da participação no mercado, as empresas fazem investimentos  em  diferentes  áreas  sem  a  correta  análise  da  viabilidade  e  do  resultado  que  o investimento deverá  trazer. Neste artigo aborda-se a situação da  logística, que nas últimas décadas passou de um centro de custos para uma área estratégica, capaz de agregar valor ao produto e/ou serviço.  Isto, porém, vem sendo  feito de  tal maneira que muitas organizações destinam  recursos, às vezes, exagerados e desnecessários. Com base na visão sistêmica de que a organização como um todo deve ser o motor gerador de  lucro e que os diferentes setores são  interligados e  interdependentes, e utilizando conceitos da Teoria das Restrições para avaliar qual dos elos do sistema está limitando o poder de ganho,  tem-se o objetivo de demonstrar uma  forma de análise que  justifique a decisão de fazer investimentos na área de logística.

Gestão da Cadeia de Suprimentos – o efeito chicote

artigo publicado no Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 2007, Resende/RJ

O Efeito Chicote e o seu Impacto na Gestão das Cadeias de Suprimentos

Autores: Leandro Callegari Coelho, Neimar Follmann, Carlos Taboada

As empresas há muito  tempo  têm  tentado eliminar as causas do excesso de estoques ou da  falta de produtos. Observou-se que, quanto mais afastada a empresa estiver do mercado consumidor, maiores serão  as  variações  do  tamanho  dos  estoques  e  dos  pedidos,  o  que  caracteriza  o  chamado  efeito chicote. Considerou-se importante, então, apresentar o que é o efeito chicote, suas causas, as formas
como  se  ele  se  apresenta  e  os meios  para  combatê-lo.    Para  isso  inicialmente  é  apresentado  um cenário possível onde os componentes de uma cadeia de  suprimento procuram alinhar  sua oferta à demanda.  Desta  forma  foi  possível  identificar  e  descrever  os  prejuízos  causados  devido  à  sua influência  nos  níveis  estoques  e  na  produtividade  das  empresas.  Após,  com  base  numa  pesquisa bibliográfica, buscou-se apresentar a solução, que se dá através do alinhamento estratégico e do uso de  Tecnologia  da  Informação,  criando  a  sinergia  necessária  para  que  a  empresa  e  a  rede desenvolvam uma vantagem competitiva.

Cadeia de suprimentos – em busca de maior flexibilidade

artigo publicado no Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 2007, Resende/RJ

Flexibilidade na cadeia de suprimentos: Desenvolvendo Competências

Autores: Leandro Callegari Coelho, Neimar Follmann, Carlos Taboada

Este artigo aborda as  cadeias de abastecimento  flexíveis  e a  forma  como podem  contribuir para o alcance  de  competitividade  das  empresas.  O  assunto  foi  desenvolvido  com  base  nos  conceitos  de diversos autores acerca de gestão da cadeia de abastecimentos, flexibilidade e flexibilidade na cadeia de abastecimentos. Buscou-se tratar o assunto de forma a responder o que é e como é possível tornar uma  cadeia  flexível.  Com  base  no  estudo  realizado  e  dos  conceitos  utilizados,  foi  possível  a elaboração de uma nova proposta de conceito, que melhor descreva o que é  flexibilidade na cadeia de abastecimentos.

Logística virtual – gestão da cadeia de suprimentos

artigo publicado no Simpósio de Excelênca em Gestão e Tecnologia, Resende/RJ, 2007.

A Gestão da cadeia de suprimentos utilizando conceitos de logística Virtual

Autores: Leandro Callegari Coelho e Ronaldo Lima de Cristo

 

Este  artigo  aborda  uma  maneira  de  obtenção  de  vantagem  competitiva  e  uma  ferramenta  para melhoria da  eficiência operacional através do uso dos conceitos da  logística virtual, especialmente no  setor  produtivo.  A  teoria  de  logística  virtual,  ou  e-logistics  como  tem  sido  tratada,  pode  ser utilizada, de  forma complementar, em empresas do mundo físico, extrapolando-se do mundo virtual, das  empresas  baseadas  na  Internet  de  forma  a  suprir  aquelas  com  novos  conceitos  inicialmente formatados  para  estas  no  que  tange  a  estoques,  produção,  disponibilidade  de  insumos  e mercado consumidor. Estes conceitos  são apresentados com o apoio de exemplos e  ilustrações, fazendo uma discussão sobre o tema, baseado no proposto por Clarke (1998). Como resultado, espera-se o melhor uso dos recursos logísticos.

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