Qualidade

Qualidade, controle de qualidade, gerenciamento da qualidade

Indicadores de qualidade: in-line, on-line, off-line

Muitas pessoas tem perguntado sobre os indicadores de qualidade in-line, on-line e off-line. Vamos à uma rápida revisão sobre eles, segundo o conceito de Paladini.

In-line: avaliam o desempenho do processo produtivo ao englobar procedimentos de gestão tática e operacional;

Off-line: medem as ações de suporte ao processo produtivo;

On-line: medem as reações da empresa frente ao mercado.

De forma detalhada:

Leitura recomendada

Começando nesta segunda-feira, 16 de novembro, e durante 3 semanas, indicarei diariamente  um livro relacionado à este blog. Confira! Todos os livros indicados são aqueles…

Qualidade x produtividade

produtividade ou qualidade? Ou os dois?!

Matéria publicada nos portais NEWSCOMEX e IBCELOG em novembro de 2009:

A flexibilidade produtiva: Focar em qualidade ou em produtividade?

Autor: Leandro Callegari Coelho.

Desde que Ford implementou a linha de produção, até os dias de hoje a produção em massa tem sido um dos modelos mais utilizados. No entanto, nos últimos anos, devido à necessidade de atender clientes diferentes com gostos diferentes e competir num mercado global altamente concorrido, um sistema de produção flexível se tornou apropriado para muitas situações.

Na produção em massa o foco está na estrutura da empresa, em aproveitar da melhor forma possível os recursos disponíveis, visando o menor custo unitário e a maior lucratividade. Com o advento das técnicas de qualidade (TQC, TQM, quality assurance, 5S, Six Sigma, dentre outras), que foram em grande parte desenvolvidas no oriente, as empresas de produção em massa puderam incorporar no seu dia-a-dia um modelo de produção mais condizente com as necessidades do mercado, que quer mais do que só o produto: quer também valores agregados, benefícios paralelos, qualidade.

Qualidade
A nova onda: Logística Reversa

A nova onda: Logística Reversa

logística reversa: o transporte de trás pra frente

Com o crescente volume de negócios em escala mundial e a imensa quantidade de produtos transportados diariamente, aumenta também a quantidade de lixo gerado e de materiais que precisam ser mandados de volta à sua origem. Esse tráfego de produtos no sentido contrário da cadeia de produção normal (dos clientes em direção às indústrias) precisa ser tratado adequadamente, para evitar trabalho e custos extras.

A logística reversa é a área responsável por este fluxo reverso de produtos, seja qual for o motivo: reciclagem, reuso, recall, devoluções, etc. A importância deste processo reside em dois extremos: em um, as regulamentações, que exigem o tratamento de alguns produtos após seu uso (como as embalagens de agrotóxicos ou baterias de celulares); na outra ponta, a possibilidade de agregar valor ao que seria lixo. Veremos mais detalhes ao longo deste artigo.

Com o aumento das pressões da sociedade para produtos e processos ecologicamente corretos, a reciclagem ganha força e a logística reversa é um dos principais motores deste movimento. Além de contribuir legitimamente para a redução dos impactos ao meio ambiente há um ganho de imagem para a empresa que o faz. Há exemplos de reciclagem que já são práticas comuns: latas de alumínio, garrafas pet, papel, dentre outros itens de pós-consumo.

Sustentabilidade empresarial

artigo publicado no XIII Simpósio em Engenharia de Produção (SIMPEP), Bauru/SP, 2006

Desenvolvimento sustentável e responsabilidade ambiental – O caso Petrobras

Autores: Leandro Callegari Coelho, André Padovan, Luís Moretto Neto.

Este artigo aborda o tema da sustentabilidade ambiental dos empreendimentos e de sua relação com a visão que a sociedade tem sobre o assunto. A abordagem do tema se dá pela percepção da necessidade de preservação do meio ambiente, da agregação de valor à marca que se tem ao ser ambientalmente responsável e os benefícios econômicos desta agregação. Foi feita uma análise utilizando-se a empresa Petrobras, que faz grandes investimentos em prevenção e cuidados ambientais, porém mesmo com tantos investimentos, nos últimos anos houveram seguidos acidentes que ocasionaram desastres ambientais e como conseqüência causaram uma mancha na imagem da empresa. Com isso conclui-se que para uma empresa obter sucesso a longo prazo, esta deverá ser economicamente saudável e correta ambientalmente, ou seja, ser sustentável.

Benchmarking – avaliação de desempenho logístico

artigo publicado no Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 2008, Resende/RJ

Benchmarking: uma perspectiva de avaliação de desempenho logístico

Autores: Camila Zago, Vanina Silva, Leandro Callegari Coelho, Neimar Follmann, Carlos Taboada

A  crescente  competitividade  no  mercado  acarreta  o  desenvolvimento  das  atividades logísticas, bem como de avaliação do desempenho das operações e da organização como um todo. Uma das  ferramentas de avaliação de desempenho consiste no benchmarking, o qual pode  ser  utilizado  numa  perspectiva  holística  da  organização  ou  nas  perspectivas  de processo,  neste  estudo  aplicável  à  logística.  Assim,  o  presente  estudo  objetiva  apresentar indicadores  de  benchmarking  das  atividades  logísticas  passíveis  de  serem  adotadas  pelas
organizações  que  exercem  e/ou  fazem  uso  da  logística. Com  tal  propósito  foram  efetuadas pesquisas  bibliográficas  associadas  a  um  estudo  exploratório  e  descritivo.  Através  deste estudo, foi possível identificar, entre outros aspectos, os indicadores e os processos logísticos
que mais exercem influência no desempenho da organização no mercado.

Gráfico de controle EWMA – dados sazonais

artigo publicado no XIV Simpósio de Engenharia de Produção (SIMPEP), em Bauru/SP, 2007.

Uma proposta de gráfico de controle EWMA com dados sazonais

Autores: Leandro Callegari Coelho e Robert Wayne Samohyl

A importância do controle estatístico de processos nas empresas, de qualquer porte, é de vital  importância para que produtor e cliente ganhem confiança, um por melhorar seu nível  de  qualidade,  outro  por  saber  que  comprará  algo  que  atenda  suas  expectativas.  No entanto,  identifica-se  uma  lacuna  na  teoria  de  gráficos  de  controle  quando  a  variável  de interesse possui sazonalidade. A série em estudo é o consumo de energia elétrica no Brasil, e não uma medida de dentro da  fábrica, expandindo as possibilidades de uso da  ferramenta.
Assim, o objetivo deste trabalho é propor uma metodologia de criação de gráfico de controle EWMA para variáveis com componente sazonal. Tal objetivo pode ser alcançado através da modelagem da  série por meio da  técnica de Holt-Winters e geração do gráfico de controle dos  resíduos do ajustamento. O modelo proposto atende aos objetivos uma vez que aponta ocorrência  de  pontos  fora  de  controle  estatístico, motivando  a  identificação  de  uma  causa especial agindo na série.

Modelo de previsão – número de veículos

artigo apresentados no XIV Simpósio de Engenharia de Produção (SIMPEP), em Bauru-SP, 2007.

Avaliação de modelos de previsão para quantidade de automóveis no estado de Santa Catarina

Autores: Leandro Callegari Coelho e Robert Wayne Samohyl

Este artigo aborda a comparação em diversos modelos de previsão (Decomposição Clássica, Suavização Exponencial, ARIMA, Regressão dinâmica) aplicados à série de dados histórica da quantidade de automóveis do Estado de Santa Catarina. Na comparação final, a regressão dinâmica apresenta melhor aderência à série, mas é preterida por necessitar de previsão extra para a variável independente eleita. A opção final é pelo modelo ARIMA sazonal, em função dos valores de AIC e U de Theil utilizados na comparação. Com as previsões feitas, estes dados podem servir para análises do sistema viário, planejamento de transporte público e análises de tendências sociais na região estudada, utilizando os sistemas de previsão com a teoria de logística urbana.

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