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Logística brasileira: qual nossa situação?

Há muitos anos ouvimos que o Brasil é o país do futuro, e ultimamente começamos a acreditar nisso, por conta de diversas conjecturas que colocam o Brasil em destaque no mundo. O carro-chefe desta atenção talvez seja o termo BRIC, que representa os 4 países em desenvolvimento que mais têm potencial (e mais tem crescido) no mundo: Brasil, Rússia, Índia e China. O termo foi usado pela primeira vez pelo banco de investimentos Goldman Sachs em 2001. Os BRIC reunem, além da economia em ascenção, mais de 40% da população mundial e aproximadamente 25% da área terrestre do planeta.

Vamos analisar mais de perto um pouco da logística do Brasil, e fazer uma comparação com os outros 3 competidores (sim, competimos num mercado global, então chamarei os outros países de competidores).

rodoviaFaremos uma análise da infra-estrutura viária do Brasil, e ver até que ponto podemos disputar mercado em questão de qualidade, custos e tempo com o resto do BRIC.

Rodovias

Todo estudante de logística sabe que no Brasil as rodovias têm papel de destaque no transporte de mercadorias, apesar da enorme costa e dos rios navegáveis. Este privilégio do modal rodoviário em detrimento aos outros modais data do início da república brasileira. Estudos colocam aproximadamente 60% das cargas nacionais sendo transportadas pelas rodovias. Isso é fato. Outro fato é que para percursos longos (acima de uns 150 km), as rodovias não são o meio de transporte mais adequado, perdendo em competitividade e custos para as ferrovias. Mas no Brasil tem caminhão rodando de norte à sul, mais de 3000 km…

E não pára por aí: apenas 11% das nossas estradas são pavimentadas. Pasmem, 11%. Temos aproximdamente 1,7 milhão de quilômetros de rodovias, e apenas uns 200 mil km pavimentados. E o resto do BRIC? A Rússia tem mais de 600 mil km de rodovias asfaltadas, enquanto Índia e China tem, cada uma, em torno de 1,5 milhão de km de rodovias asfaltadas. É como colocar asfalto em TODAS as rodovias brasileiras… Se quisermos comparar fora do BRIC, aí vira brincadeira: os EUA têm mais de 4 milhões de km de rodovias asfaltadas, mais do que a soma dos BRIC.

A história das coisas

Este vídeo merece ser visto com muita atenção. Apresenta diversos exemplos de fluxos logísticos: fluxos de materiais, fluxos financeiros, de informação… apresenta de maneira muito simples o que temos feito com o meio ambiente e com a sociedade de forma geral.

Mas o vídeo também possui um viés muito forte, e é preciso prestar atenção para não se deixar levar por argumentos fracos e frágeis, sem embasamento.

Sou muito cético quanto à algumas conclusões do filme, mas gosto muito de diversas explicações, e espero que vocês, amantes da logística, também possam aproveitar algumas partes.

Chama-se “A história das coisas”, e mostra como da extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.

Lembrando que o filme é longo (20 min) e que por isso ele está divido em 3 partes. Confira abaixo:

Para ver as outras 2 partes do vídeo, clique abaixo e veja a matéria completa. Lembre-se de deixar sua opinião para os demais leitores do site.

Logística
Implantação da Teoria das Restrições

Implantação da Teoria das Restrições

artigo publicado no XV Simpósio de Engenharia de Produção (SIMPEP) em Bauru, SP, 2008:

Proposta para um conjunto de etapas para implantação do método Tambor-Pulmão-Corda – TPCTeoria das restricões

Autores: Janaina Basilia, Luiz Guilherme von Atzingen, Neimar Follmann, Carlos Taboada.

A busca constante das empresas pelo aumento da lucratividade e da competitividade leva à necessidade da utilização cada vez mais eficaz dos seus recursos. Uma forma de satisfazer a essa necessidade é a alteração no modo como as tarefas são alocadas nos recursos produtivos, o que pode ser obtido utilizando-se o método de programação da produção proposto pela Teoria das Restrições: o Tambor-Pulmão-Corda (TPC), aliado às técnicas de Gerenciamento de Pulmões. O TPC tem a função de programar a produção em função da restrição do sistema, e o Gerenciamento de Pulmões permite o controle do que foi planejado pelo TPC. Neste artigo, o TPC e o Gerenciamento de Pulmões são apresentados, através de revisão bibliográfica de livros e artigos sobre o tema. Em seguida, propõe-se um roteiro para implementação dessas ferramentas. Posteriormente, são apresentadas as conclusões do estudo. A principal contribuição deste trabalho é a desmistificação do Tambor-Pulmão-Corda e do Gerenciamento de Pulmões, através da apresentação de uma proposta prática e detalhada de implementação, na forma de um roteiro em sete etapas.

Atualizando…

Confira a seção leitura recomendada, com atualizações diárias (dias úteis) desde segunda-feira (16 de novembro), até 5 de dezembro. Tem também mais um vídeo na…
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