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Brasil sobe no ranking das potências econômicas mundiais (PIB)

ATUALIZAÇÃO (maio de 2012): Leia o artigo

Brasil: 6ª potência econômica no ranking do PIB mundial

 

Atualização em dezembro/2011: Brasil torna-se a sexta potência econômica mundial

Veja a atualização desta matéria em Ranking do PIB mundial (Brasil e outros países comparados)

O Brasil está colhendo frutos de recentes sucessos na gestão da crise econômica mundial. Como os efeitos da crise foram brandos no país e o crescimento voltou a figurar nas páginas de economia bem antes de outros países, o Brasil recuperou o posto de oitava maior economia do mundo em 2009. Desde 1998 o Brasil havia perdido esta posição, e o efeito da crise em outros países fez com que recuperássemos essa posição no ranking global com o PIB (Produto Interno Bruto) medido em dólares.

A crise econômica no mundo desenvolvido, a fortaleza do real e políticas anticíclicas bem sucedidas adotadas pelo governo contribuíram para esse resultado. “Mas por trás da performance brasileira há também deficiências,

Custo Brasil – situação do transporte de cargas

componentes do custo brasil nos transportesDamos o nome genérico de custo Brasil a um conjunto de problemas estruturais da economia e burocracia do País, que torna nossos produtos e serviços mais caros e menos eficientes, dificultando investimentos e o crescimento interno.

Não existe uma medida clara do que compõe o Custo Brasil, mas percebemos esse “custo” nas dificuldades enfrentadas pelas empresas com relação aos altos impostos e taxas, sistemas trabalhista, previdenciário e fiscal complexos e pesados, infra-estrutura deficiente (por exemplo: rodovias, portos), corrupção e impunidade em diversos setores da sociedade, déficit público, taxa de juros elevada, dentre outros. Para efeito de exemplo, a carga tributária que incide sobre a economia brasileira é de aproximadamente 40% do PIB (Produto Interno Bruto), uma das mais altas do mundo.

Baixa produtividade limita crescimento

A estagnação da produtividade explica por que a América Latina ficou atrasada em relação ao Leste Asiático e às nações desenvolvidas, constata um novo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

“O tema central atualmente é como recuperar o crescimento”, afirmou Santiago Levy, vice-presidente do BID. Para isso, explicou Levy, é necessário aumentar a produtividade, que aumentou menos que a de países ricos como os Estados Unidos nas últimas quatro décadas.

O relatório do organismo menciona que o Chile foi o único país da região que conseguiu lucros na produtividade superiores aos dos Estados Unidos entre 1960 e 2005. Ao contrário, o Brasil perdeu 2,5% de produtividade frente aos Estados Unidos no período mencionado, o Uruguai perdeu 14% e a Bolívia e a Colômbia perderam 17%.

Tipos de rodovias federais

Tipos de rodovias federais

No post anterior foi discutido um pouco do estado das rodovias brasileiras. Neste você conhecerá melhor os tipos de rodovias e como as numerações delas são formadas.

 

Feita a apresentação das rodovias brasileiras,você conhece as rodovias federais, as BRs, a sua numeração, sabe o que significa? Sabe porque uma BR inicia com 1xx e outra com BR 2xx?

Segundo o site do  DNIT – Departamento Nacional de Infra-Estrutura de transportes, as Rodovias Federais seguem os nomes definidos pelo Plano Nacional de Viação (PNV). A nomenclatura das rodovias é definida pela sigla BR, que significa que a rodovia é federal, seguida por 3 (três) algarismos. O primeiro algarismo indica a categoria da rodovia, de acordo com as definições estabelecidas no Plano Nacional de Viação. Os dois outros algarismos definem a posição, a partir da orientação geral da rodovia, relativamente à Capital Federal e aos limites do País (Norte, Sul, Leste e Oeste).

As rodovias federais, são divididas em Rodovias Radiais, Rodovias Longitudinais, Rodovias Transversais , Rodovias Diagonais e Rodovias de Ligação.

Infraestrutura das rodovias no Brasil

 

O Brasil: este gigante de proporções continentais, com uma costa marítima pouco ou quase nada explorada para a atividade de transporte, com uma bacia hidrográfica imensa e praticamente nula em transporte, onde mais de 60% das cargas são efetuadas por meio do transporte rodoviário, onde a frota de caminhões é uma das maiores do mundo, onde a manutenção das rodovias é feita de modo precário, onde em muitos locais essa manutenção inexiste, locais onde o asfalto existia e há anos desapareceu, onde a manutenção quer dos governos municipal, estadual ou federal  é nula.

Segundo dados da CNT – Confederação Nacional do Transporte, de 2008, o Brasil possui entre Municipais, Estaduais e Federal 1.751.872 km de rodovias pavimentadas e não pavimentadas. Desse total 14,4% são de rodovias estaduais, 78,8% são de rodovias municipais e 6,7% são de estradas federais. Nesse total  estão inclusos  141.000 km de vias inacabadas e em construção. As estradas não pavimentadas são a maioria, sendo 88,8% de estradas de chão, contra apenas 11,1% de rodovias pavimentadas, ou seja, somente 196.093 km de rodovias asfaltadas.

Infraestrutura brasileira – transporte aéreo de passageiros

transporte aéreo de passageirosTemos visto várias matérias aqui no logística Descomplicada tentando decifrar e entender porque a infraestrutura de transportes interna no Brasil é o caos que conhecemos.

Dentre as matérias, tivemos a situação da infraestrutura brasileira, a matéria sobre o aeroporto de Congonhas, os vídeos e notícias sobre o trem de alta velocidade, dentre outras (confira nos links).

Hoje vamos discutir um pouco mais sobre o transporte aéreo, em especial o transporte de passageiros.

O Brasil tem hoje 255 aeroportos públicos com código IATA (International Air Transport Association), e dados de 2007 apontavam que o país tinha 2.498 aeroportos e aeródromos ( locais sem terminais de passageiros), sendo 739 públicos e 1.759 particulares. Comparando com os números da Organização Internacional da Aviação Civil (ICAO, em inglês), isso significa o segundo maior número de aeroportos do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, que têm 16.507 locais para pouso e decolagem de aeronaves.

Ainda com os dados de 2007, um número alarmante: 

Trem de alta velocidade

Já vimos que a infra-estrutura de transportes brasileira deixa muito a desejar, mesmo se comparada a países "pobres", do mesmo nível econômico (os BRIC). Mas…

O Brasil, suas classes sociais e a implicação na economia

 

Existe uma nova versão deste artigo em As classes sociais e a desigualdade no Brasil

O Brasil, segundo dados do IBGE, possuía no ano de 2009 uma população de 193.722.793 habitantes, sendo composta por 95,4 milhões de homens e 98,3 milhões de mulheres. Desse total, 86,12% vivem na área urbana e por consequencia são potenciais consumidores de tudo o que é produzido e do que o mercado oferece.

Com a aceleração da economia e a estabilidade econômica, o brasileiro passou a cuidar-se mais fisicamente, a alimentar-se melhor, e com isso a esperança de vida passou de 69,6 anos para 72,8 anos no período de 1998 a 2008. Mesmo com a melhora, a expectativa de vida brasileira ainda é considerada baixa levando-se em conta comparações com nações desenvolvidas, como Japão, Suíça, França e Itália, onde a média supera os 81 anos.

Com o aumento da expectativa de vida, alguma melhora nas condições financeiras e o desenvolvimento da indústria interna, o consumo do brasileiro não pára de crescer. Parte deste consumo vem da chamada classe média, a atual classe C.

Mas porque Classe Média ou C, Rica ou A?

Desenvolvimento não acompanha facilidades em comunicação

telefoniaCom informações do Estadão – Economia e Negócios

Apesar dos avanços e da globalização, o desenvolvimento não nos trouxe preços mais competitivos na telefonia celular. Nem mesmo o enorme número de telefones celulares no Brasil é capaz de fazer seu custo cair. O preço pago por um brasileiro por um telefone fixo caiu 63% e o do celular 25% em um ano. Mas, ainda assim, o País tem um dos custos mais altos do mundo em telecomunicações. O alerta faz parte do estudo anual produzido pela União Internacional de Telecomunicações sobre tecnologias da informação e que mostra que o País pena para ganhar espaço em termos de capacidade de telecomunicações.

O Brasil subiu de forma marginal no ranking que mede a preparação de cada país em termos de tecnologia de comunicação, passando do 61º lugar para o 60º entre 2008 e 2009. Mas o País ainda não voltou à posição que detinha em 2002, quando estava entre as 50 economias mais competitivas nesse setor. O motivo da queda seria a relativa baixa educação da população, inclusive para usar as novas tecnologias.

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