economia

O papel da internet na economia

O papel da internet na economia

A primeira edição do e-G8 aconteceu em Paris para discutir o papel e a regulamentação da internet na economia mundial. O e-G8 teve a participação…
Entre os trilhos e os automóveis

Entre os trilhos e os automóveis

Não é só a crise econômica e a falta de matéria-prima que está afetando a produção de veículos nos Estados Unidos. Em 2011 as montadoras…
O Just in Time está nos atrasando?

O Just in Time está nos atrasando?

Todos já sabemos que estes são tempos difíceis, mas será que sabemos por que a economia está sofrendo tanto? Uma teoria diz que o Just in Time (JIT) (bem como outras práticas de manufatura enxuta) são os culpados.

Veja uma analogia interessante: animais com um “estoque” de gordura tem mais chances de sobreviver em tempos difíceis do que animais muito magros. Ou ainda, pense num grupo de alpinistas numa geleira. A teoria do JIT diz que eles devem estar todos amarrados juntos com cordas bem pequenas… assim quando um deles cair, todos caem em sequência! Será que essas metáforas estão corretas? Será a manufatura enxura a causa dos nossos problemas? Existem razões para crer que ela é de fato o bode expiatório.

Pense na indústria automobilística, e na GM em particular. A demanda está (ou estava até bem pouco tempo) muito mais baixa do que a capacidade instalada. (Na verdade, já estava assim há bastante tempo, mas só agora percebe-se essa enorme discrepância.) Se eles mantiverem a produção atrelada à capacidade, então continuarão a aumentar seus estoques, convertendo dinheiro em estoque. Isto pode até funcionar por algum tempo mas eventualmente seu dinheiro acaba, e aparece o risco da falência. Foi este o problema que eles enfrentaram. A alternativa é para a produção, mas então você paga seus funcionários para fazer nada, e neste caso você continua gastando dinheiro, sem ao menos ter um produto aparecendo no final do dia. Isto é muito caro – em teoria, estoque pode ser eventualmente transformado em alguma receita.

Salário mínimo – histórico e atualizado (2011)

Salário mínimo – histórico e atualizado (2011)

O valor de R$ 545,00 aprovado como novo valor do salário mínimo pelo Congresso, com vigência a partir de primeiro de março de 2011, deve injetar mensalmente na economia algo em torno de R$ 1,5 bilhão, avalia a Fecomércio-SP . Segundo o presidente da federação, isso é significativo na elevação da capacidade de consumo das famílias de baixa renda.

Ainda segundo a Fecomércio, esse novo valor do salário mínimo deve impactar a economia com um valor em torno de R$ 17 bilhões, ficando o INSS com R$ 8,5 bilhões, a iniciativa privada com algo em torno de R$ 5,5 bilhões, e os trabalhadores autônomos e empregados domésticos com R$ 3 bilhões.

O coordenador da área de Economia Aplicada do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Armando Castelar Pinheiro,  acredita que o reajuste gera um impacto no poder de compra dos consumidores. Mas, para ele, esse impacto não é tão forte. “O mínimo de R$ 545 essencialmente repõe a inflação passada, que é a regra acertada”, disse, de acordo com a Agência Brasil. “Tem um impacto no consumo no mês em que ele ocorre, mas esse impacto não é tão grande”, concluiu.

O reajuste também gera um impacto na inflação, explica o economista. Isso porque parte do índice de inflação é formada por preços que refletem serviços indexados ao salário mínimo. Sempre que ocorrer um aumento no salário mínimo, o mesmo gerará um aumento de consumo e de inflação num primeiro momento, mas que será logo normalizado tanto o consumo como a inflação.

No Brasil 46,8 milhões de pessoas recebem salário mínimo; destas, 19,2 milhões são beneficiárias do INSS, 13,8 milhões são empregados, 8,7 milhões são autônomos e 5,1 milhões são trabalhadores domésticos.

Salário Mínimo real e o necessário

O que é e como calcular o Lote Econômico de Produção (ou Fabricação)

O que é e como calcular o Lote Econômico de Produção (ou Fabricação)

Muitas empresas hoje precisam decidir se irão comprar ou fabricar algumas partes de seus produtos. Esta é uma decisão estratégica pois envolve não somente custos, mas o know-how e a flexibilidade que se tem ao fabricar as partes internamente, mas normalmente acarreta outras preocupações como treinamento da mão-de-obra, compra de equipamentos, manutenção, etc.

Ao decidir por comprar, a empresa pode usar o Lote Econômico de Compras, que já foi discutido e explicado em outro artigo. Se a opção for por fabricar, então veremos hoje qual a quantidade que deve ser produzida, utilizando o Lote Econômico de Produção (ou Lote Econômico de Fabricação).

Se no Lote Econômico de Compras os custos minimizados eram de estoque e de colocação do pedido, no Lote Econômico de Fabricação iremos minimizar os custos de fabricação, o custo de setup da máquina (ajuste para o tipo de produto) e custo por manter o estoque do lote fabricado. Para atender a demanda de um período (por exemplo um mês) a empresa pode optar por fabricar um grande lote igual a demanda, ou 2 lotes iguais a metade da demanda, ou 10 pequenos lotes iguais a 10% da demanda. Qual é a opção mais barata?

Pages