governo

O que falta para o real desenvolvimento do Brasil

o que falta para o desenvolvimento do BrasilJá discutimos como a qualificação profissional é importante para o sucesso na carreira; já abordamos também que questões estruturais precisam ser resolvidas se quisermos manter um crescimento sustentável de nossa economia e indústria. Mas o Brasil sofre com um problema ainda maior: o analfabetismo funcional.

Pelo menos 75% dos brasileiros não dominam a leitura, a escrita e a matemática. Isso se reflete não só no mercado de trabalho, mas na sociedade de maneira geral. Um candidato a Deputado Federal é alvo de investigações por suspeita de ser analfabeto (analfabetos não podem se candidatar), e ainda assim é o mais votado do Brasil. Isso mostra que o baixíssimo nível de escolaridade se reflete em outros analfabetismos, como o analfabetismo político. O palhaço Tiririca fez uma campanha baseada na piada, zoando o processo eleitoral e ainda consegue mais de 1,3 milhões de votos. Não é surpresa que partes do governo funcionem mal.

Para pôr o Brasil num novo patamar de desenvolvimento econômico e social, o presidente eleito terá que desatar os nós que ainda emperram o crescimento sustentado do país. Investir fortemente em educação, saúde e segurança, aprovar reformas essenciais no Congresso e resolver os gargalos na infraestrutura. Os problemas na área social, na economia e na política aparecem em estatísticas e análises de especialistas.

Arrecadação de impostos continua crescendo

arrecadação de impostos no BrasilNesta segunda-feira, 30 de agosto, os brasileiros terão pago em 2010 a soma de 800 bilhões de Reais em impostos. O número assustador é resultado de cálculo feito pela Associação Comercial de São Paulo através do Impostômetro, que soma os totais da União, estados e municípios. A estimativa de arrecadação para o ano de 2010 é de mais de R$ 1 trilhão, como já vem ocorrendo nos anos anteriores.

Com este dinheiro, segundo cálculos da ACSP, seria possível asfaltar quase 800 mil km de estradas, ou construir 70 milhões de salas de aula equipadas, ou contratar 70 milhões de professores para o ensino fundamental por ano, dentre outros.

O economista do Instituto de Pesquisas Fractal afirma, no entanto, que o Brasil não é poupador e o orçamento em termos de investimento é quase metade do valor da corrupção. Enquanto o Brasil está prestes a alcançar o posto de 7a maior economia mundial, nos perguntamos o que seria possível fazer caso tivéssemos as tão esperadas reformas tributárias e políticas.

Juros e o déficit público

Juros e o déficit público

 

juros e o déficit públicoAntes de começarmos a entender o que é e como funciona o déficit público e a dívida pública, temos que primeiro saber a definição de juros. Sendo o capital um dos fatores de produção, torna-se justo que se tenha uma remuneração sobre o empréstimo deste capital, e esta remuneração é denominada juros.

O juro é a retribuição ao capital empregado. Então os juros representam a remuneração do capital empregado em alguma atividade produtiva.

Essa taxa de juros acima especificada como sendo o custo do dinheiro emprestado, em nada se parece com a taxa de juros aplicada pelos bancos e financeiras. Os bancos e as financeiras cobram algo mais embutido nas taxas de juros dos seus clientes, como uma taxa de inadimplência, impostos, seguros, entre outras.

Pequeno guia para se entender a crise

Matéria publicada no Instituto Millenium, de autoria de Cláudio Shikida.

Dizem por aí que o desemprego aumentou por causa da crise. O governo diz que aumentará os gastos aqui e ali por causa da crise. Já há quem diga que estamos em crise, apesar do otimismo – cada vez menor – da administração do presidente da Silva.

Entretanto, o que ninguém consegue é explicar por que tudo o que acontece é causado pela crise. A tal crise é como a guerra das Malvinas para a ditadura argentina nos anos 80: uma bela desculpa para fugir à responsabilidade e ao fardo de explicar, corretamente, os fatos.

Para começar, quedas e subidas nos dados de emprego são típicas em qualquer lugar do mundo. Quanto disso se deve à crise? Ninguém, até onde eu saiba, mostrou um estudo cientificamente decente até agora. Claro que é difícil fazer isto, mas pode-se levantar algumas hipóteses.

Suponha que consigamos descontar o efeito sazonal do ciclo econômico de cada setor da economia. Ainda assim não sabemos o quanto dos movimentos dos dados se devem à crise. Para isto, precisamos saber o quanto cada setor é influenciado pela economia mundial. O setor importa? Exporta? Tomou empréstimos no exterior? Tem dívida em dólares? Em euros? No nível da empresa, pode-se perguntar ainda sobre a relação de cada uma delas com empresas no exterior (por exemplo: a empresa é filial de alguma multinacional?).

Quem tem medo das importações?

Matéria de autoria de Claudio Shikida publicado originalmente no site do Institulo Millenium.

Como foi divulgado na imprensa, o processo de cálculo do PIB passou por uma revisão e os dados mostram que, ao contrário do que se pensava,Instituto Millenium a economia brasileira é ainda muito fechada em relação ao resto do mundo. Ironicamente, alguém pode dizer que “os chineses não eram assim tão perigosos como diziam suas maiores vítimas potenciais: os empresários brasileiros”.

Apesar disto, em um recente debate sobre possíveis formas de se obter uma taxa de câmbio mais desvalorizada, um importante ministro da área econômica declarou:

“A economia brasileira já está bastante aberta. Não há nada que impeça uma abertura maior. Basta que os importadores resolvam importar mais, inclusive porque as importações estão crescendo de forma expressiva. Isto é abertura da economia. E com esse câmbio significa que nós estamos barateando os produtos importados”, disse.

A história das coisas

Este vídeo merece ser visto com muita atenção. Apresenta diversos exemplos de fluxos logísticos: fluxos de materiais, fluxos financeiros, de informação… apresenta de maneira muito simples o que temos feito com o meio ambiente e com a sociedade de forma geral.

Mas o vídeo também possui um viés muito forte, e é preciso prestar atenção para não se deixar levar por argumentos fracos e frágeis, sem embasamento.

Sou muito cético quanto à algumas conclusões do filme, mas gosto muito de diversas explicações, e espero que vocês, amantes da logística, também possam aproveitar algumas partes.

Chama-se “A história das coisas”, e mostra como da extração e produção até a venda, consumo e descarte, todos os produtos em nossa vida afetam comunidades em diversos países, a maior parte delas longe de nossos olhos.

Lembrando que o filme é longo (20 min) e que por isso ele está divido em 3 partes. Confira abaixo:

Para ver as outras 2 partes do vídeo, clique abaixo e veja a matéria completa. Lembre-se de deixar sua opinião para os demais leitores do site.

Pages