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Modal ferroviário, a saída

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Ninguém contesta que a malha rodoviária do Estado de São Paulo é de ótima qualidade e pode ser comparada à dos países mais desenvolvidos do…
Transportes: grandes desafios

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Apesar de todo o marketing que cercou o chamado Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) 1 e 2, durante o governo anterior, ninguém contesta que…
Brasil 2014: com ou sem emoção?

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“Com ou sem emoção?”. É uma pergunta feita antes de um passeio de buggy pelas dunas das praias nordestinas. Quando se responde “com emoção”, o…
Porto: algumas soluções

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O crescimento acentuado das exportações nos últimos dez anos e também das importações depois da crise internacional de 2008 deixou à mostra o que já…

Gargalos infraestruturais do Brasil – os nós que precisam ser desatados – rodovias e portos

rodovia - infraestrutura deficienteinfraestrura portos do brasil e no mundoNa primeira parte deste estudo sobre os gargalos infraestruturais do Brasil – os nós que precisam ser desatados – você viu onde os investimentos precisam ser feitos para que o Brasil possa crescer sem medo de ter um apagão logístico e infraestrutural. Nesta segunda parte, os temas abordados serão as rodovias e os portos, dois modais por onde passam a grande maioria dos produtos e bens transportados no Brasil, e por onde fluem quase a totalidade das exportações brasileiras.

Começamos nossa análise pelas rodovias. Veja algumas análises já feitas aqui no Logística Descomplicada em Pesquisa Infraestrutura parte 2: rodovias brasileiras e em Infraestrutura das rodovias no Brasil. Quando o assunto são as estradas, começamos pecando pelo mais básico: falta pavimentação. Para mostrar a situação da maneira mais simples, quando comparamos os 4 membros do BRIC, o Brasil é o último, com 10x menos pavimentação das estradas do que o 2º lugar, a Índia. Acompanhe na tabela abaixo:

Gargalos infraestruturais do Brasil – os nós que precisam ser desatados – aeroportos e ferrovias

investimentos na infraestrutura em ferrovia e treminvestimento em infraestrutura de aeroportosHá muitos anos ouvimos que o Brasil é o país do futuro. O futuro chegou, e o Brasil ainda está longe de ser a potência que nos fizeram sonhar. Mesmo com relativo equilíbrio político e tranqüilidade econômica interna, aliados a um longo período de prosperidade externa, não foi possível colocar o Brasil nos trilhos do desenvolvimento rumo a um futuro melhor.

Nesta matéria veremos os principais gargalos infraestruturais que o governo e a sociedade precisam solucionar se quisermos ver o Brasil um país melhor no médio e longo prazos. Abordaremos hoje os aeroportos e as ferrovias, e na próxima matéria você verá o que precisa ser feito nas rodovias e nos portos. Veja no final desta matéria como manter-se atualizado e não perder a segunda parte deste estudo.

Começamos pelos investimentos totais em obras de infraestrutura. Nos últimos 8 anos, os investimentos diminuíram levemente, estando estimados em 2,18% do PIB, segundo o IPEA. Chegou a ser 3,32% em 2001 e caiu até 1,85% em 2004. Para avançar, é preciso muito mais, mais do que o dobro deste valor. Tomemos como exemplos números de outros países, também em desenvolvimento e em situação semelhante à nossa: A China, o gigante industrial da atualidade investe 7,3% do seu PIB, que já é muito muito maior do que o nosso. O Chile, nosso quase-vizinho sul-americano investe 6,2%, a Colômbia 5,8% e um outro membro do BRIC, a Índia investe 5,63%.

Visões para o Comércio Exterior em 2011

Visões para o Comércio Exterior em 2011


Previsoes para o comex em 2011Como último post do ano, escreverei sobre as minhas expectativas e visões para o comércio exterior em 2011. E tentar fazer previsões em economia é algo tão complicado quanto acertar os números da mega-sena da virada. Mas deixarei aqui o que penso para o próximo ano, já que muita coisa foi prometida pelo Governo Federal e quase nada foi cumprido.

A palavra chave da atualidade econômica é a competitividade (ou a falta dela) da indústria brasileira. E três pontos, que considero relevantes, precisarão ser o centro dos debates no próximo ano: A melhoria em infraestrutura portuária, a redução da burocracia estatal no dia-a-dia do comércio exterior, e a efetiva desoneração da produção, que somados criarão um verdadeiro ambiente produtivo de negócios, sinérgico, visando o incremento das vendas externas.

O Brasil vive um momento muito especial, com crescimento duradouro, e o ajuste e dever de casa, que começou no meio dos anos 90, começou a surtir efeito nos últimos 10 anos.

Mas apesar dos ótimos números, a classe empresarial brasileira ainda sofre dos mesmos problemas de duas décadas atrás.

Sorteio: credencial para o simpósio Supply & Demand Chain

RESULTADO: Em sorteio realizado no dia 8 as 12h, através do site gerador de números aleatórios random.org, o comentário sorteado foi de Sara Matenauer Zutin. Ela já recebeu um email com maiores informações sobre a inscrição para o evento. Aproveite! Aos demais, não desanimem pois em breve teremos mais promoções e sorteios no site.

Em mais uma promoção do Logística Descomplicada, vamos sortear uma credencial para o 24º Simpósio Supply & Demand Chain que ocorrerá nos dias 20 e 21 de outubro de 2010 em São Paulo, no Centro Empresarial de São Paulo (Santo Amaro). Este evento de alto nível de dois dias tem um custo por pessoa de R$ 990,00 mas você pode ter sua credencial gratuitamente!

Para participar basta deixar um comentário neste post dizendo que quer concorrer. Lembre-se de usar seu nome verdadeiro e que seu email é válido (ele não será publicado, mas é através dele que entraremos em contato). Todos os comentários estarão concorrendo, e você tem pouco tempo: o sorteio ocorrerá na 6a-feira dia 8 as 12h (de Brasília).

O 24º Simpósio Supply & Demand Chain abordará diversos temas da cadeia de valor logístico.

O primeiro dia do evento será dedicado aos impactos e tendências

O que falta para o real desenvolvimento do Brasil

o que falta para o desenvolvimento do BrasilJá discutimos como a qualificação profissional é importante para o sucesso na carreira; já abordamos também que questões estruturais precisam ser resolvidas se quisermos manter um crescimento sustentável de nossa economia e indústria. Mas o Brasil sofre com um problema ainda maior: o analfabetismo funcional.

Pelo menos 75% dos brasileiros não dominam a leitura, a escrita e a matemática. Isso se reflete não só no mercado de trabalho, mas na sociedade de maneira geral. Um candidato a Deputado Federal é alvo de investigações por suspeita de ser analfabeto (analfabetos não podem se candidatar), e ainda assim é o mais votado do Brasil. Isso mostra que o baixíssimo nível de escolaridade se reflete em outros analfabetismos, como o analfabetismo político. O palhaço Tiririca fez uma campanha baseada na piada, zoando o processo eleitoral e ainda consegue mais de 1,3 milhões de votos. Não é surpresa que partes do governo funcionem mal.

Para pôr o Brasil num novo patamar de desenvolvimento econômico e social, o presidente eleito terá que desatar os nós que ainda emperram o crescimento sustentado do país. Investir fortemente em educação, saúde e segurança, aprovar reformas essenciais no Congresso e resolver os gargalos na infraestrutura. Os problemas na área social, na economia e na política aparecem em estatísticas e análises de especialistas.

Superporto do Açu

superporto do açu - LLX - Eike BatistaUma das maiores obras de infraestrutura logística do Brasil está em andamento no norte do estado do Rio de Janeiro. Trata-se do Superporto do Açu, que por suas dimensões e ambições faz jus ao nome de “superporto”.

Resultado de um mega projeto do bilionário empresário Eike Batista e sua empresa de logística, o Superporto do Açu, localizado na pacata São João da Barra, contará com dez berços de atracação, sendo quatro para minério de ferro, dois para movimentação de petróleo, um para carvão e três para produtos siderúrgicos. Moderno, contará com uma profundidade de 18,5 metros (com planejamento para 21m em uma segunda fase), o superporto terá uma ponte de 2,9 km de extensão e permitirá a atracação de navios capesize (os maiores do mundo para transporte de carga geral) com capacidade de até 220.000 toneladas.

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