logística humanitária

Logística Humanitária

Logística Humanitária

Como aplicar nossos conhecimentos sobre logística empresarial para reduzir o impacto de desastres naturais

Em épocas de desastres ambientais como as chuvas e desmoronamentos que vivenciamos no Rio de Janeiro no início deste ano – ou em catástrofes como os terremotos do Chile e do Haiti no ano passado – percebemos que ajudas humanitárias são requisitadas em (e recebidas de) todas as partes do mundo.

Neste momento notamos que os conhecimentos que temos em logística empresarial e gestão da cadeia de suprimentos são válidos e podem ajudar a aliviar as dificuldades daqueles que estão nos locais afetados.

Semelhanças entre a logística empresarial e a logística humanitária

Antes de destacar as semelhanças entre os dois sistemas, vejamos de maneira simplificada o que a logística faz por uma empresa tradicional.

Começando pelos consumidores, a empresa percebe qual a demanda esperada para os próximos períodos baseada em informações provenientes do mercado consumidor. Esta demanda serve então de motor que impulsiona a produção de produtos, o agendamento da mão-de-obra e a compra de matérias-primas. Para atingir estas etapas é preciso fazer contato com fornecedores, avaliar os estoques e o fluxo financeiro além de coordenar o transporte das partes individuais entre cada elo.

Sob o ponto de vista da logística humanitária, podemos fazer analogias em todas as fases deste processo:

Logística humanitária – inovação na reação aos desastres naturais

cruz vermelha - ajuda humanitáriaNo Rio de Janeiro, já faltam até sacos para recolher cadáveres, mas a logística humanitária tem se desenvolvido muito pelo mundo, empregando modelos utilizados pelas empresas privadas de logística.

O conhecimento utilizado após grandes catástrofes como o tsunami asiático, o furacão Katrina e o terremoto no Haiti produziu lições que estão sendo estudadas em todo o mundo.

No Brasil só 1 de cada 5 cidades tem Defesa Civil, mas cursos superiores e multidisciplinares sobre defesa civil se tornam populares em universidades americanas e asiáticas.

Arquitetos e urbanistas estudam materiais resistentes à água e ao fogo, e fazem projetos de reconstrução que evitem futuros desastres. Várias dessas lições podem servir de exemplo ao Brasil: