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Brasil torna-se a 6a potência econômica (ranking do PIB mundial)

ATUALIZAÇÃO: Leia o artigo

Brasil: 6ª potência econômica no ranking do PIB mundial

 

Dados de 2011 mostram que o Brasil ultrapassou o Reino Unido e ocupa atualmente a sexta posição no ranking das maiores potências econômicas no mundo. Os dados são do Centro de Pesquisa Econômica e de Negócios (CEBR, na sigla em inglês) e foram publicados na imprensa britânica em 26 de dezembro de 2011.

O Reino Unido, assim como toda a Europa, encontra-se em crise e nos próximos anos deverá perder posições para a Rússia e a Índia.

pib brasilNa imprensa européia, o Brasil, cuja imagem está mais frequentemente associada ao “futebol e às favelas sujas e pobres, está se tornando rapidamente uma das locomotivas da economia global” com seus vastos estoques de recursos naturais e classe média em ascensão.

– O Brasil tem batido os países europeus no futebol por um longo tempo, mas batê-los na economia é um fenômeno novo – comparou Douglas McWilliams, CEO do CEBR.

Veja a lista dos 10 maiores países em relação ao seu PIB, de acordo com o CEBR (2011).

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Em 2010, o Brasil foi a sétima maior economia do mundo. Para 2012, o BC estima um crescimento de 3,5%, enquanto o ministro da Fazenda prevê uma expansão entre 4% e 5%. De acordo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, O Brasil fechará 2011 como o sexto maior PIB mundial, com US$ 2,4 bilhões.

A posição do Brasil é destacada pelo vasto potencial de exploração de recursos naturais, incluindo ouro e prata, além do petróleo no mar e minerais na Amazônia. A posição do Brasil também tem vantagens quando comparado com a China. A situação política estável é atrativa para os investidores. A democracia que foi ganha com muita luta oferece a tranquilidade para os investidores externos de que essa situação não deverá se reverter. Ao contrário da China, o Brasil é uma democracia que chama a atenção dos investidores. É improvável que ocorram no Brasil movimentos sociais violentos contra o governo, o que é provável que ocorra na China a qualquer momento.

No entanto, ter o sexto maior PIB do planeta não significa muito quando toda esta riqueza deve ser dividida entre uma população muito maior que nos países europeus, e pior ainda, quando a divisão é uma das mais desiguais do mundo.

A economia em ascenção deve ser acompanhada de reformas políticas e sociais, para que a população possa se beneficiar desta vitória econômica.

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Gestão Logística

Custo da logística no Brasil atinge mais de 10% do PIB

A parcela gasta pelo Brasil com logística em proporção do PIB – Produto Interno Bruto supera a fatia destinada pelos Estados Unidos ao setor. Já que em termos absolutos os americanos gastaram, ano passado, R$ 2,08 trilhões em logística e o Brasil “apenas” R$ 391 bilhões, o volume representou 10,6% do PIB brasileiro, enquanto nos EUA essa fatia foi de 7,7%. Os números constam de pesquisa divulgada pelo Ilos – Instituto de Logística e Supply Chain, que mostra ainda uma média de 8,5% da receita líquida gasta por empresa com o setor de logística no Brasil.

brasil logística 10% do PIBPara Maurício Lima, diretor de capacitação do Ilos e responsável pela pesquisa, divulgada ontem no 27º Fórum Internacional de Logística, o Brasil não investe o que deveria para diminuir os custos de logística das empresas.

“Para cada aumento de 1% do PIB, seriam necessários investimentos para garantir o aumento de 1% na capacidade de transporte”, frisou Lima, acrescentando que o governo brasileiro deveria estar investindo cerca de R$ 70 bilhões, ou 2% do PIB, em logística por ano. “Hoje investimos cerca de R$ 15 bilhões na prática, mas sem qualidade”, afirmou.

Lima ressaltou que “o que temos de logística retrata o Brasil da década de 1970”. Durante as décadas de 1980 e 1990, o investimento público no setor somou cerca de 0,2% do PIB por ano.

O aumento médio de 4,4% do PIB nos últimos anos e o crescimento do setor de serviços permitiu redução dos custos de logística no país em relação ao PIB, o que, para o pesquisador, reflete um quadro comum. “Quando uma economia se desenvolve, o normal é o custo de logística diminuir”. No entanto, para as empresas, o custo de logística em relação à receita líquida tem crescido. Em 2005, era de 7,4% em média. Hoje é de 8,5%.

A análise mostra que os gastos com transporte doméstico são os mais significativos, somando R$ 232 bilhões, o equivalente a 6,3% do PIB. Os gastos com transporte representam 54% dos custos médios das empresas com logística e 4,6% do valor de sua receita líquida. Muito atrás, os gastos com estoque e armazenagem ficam praticamente empatados, com 23% e 22% dos custos médios para as empresas, respectivamente.

Fonte: Valor Econômico

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Desempenho Geral

Brasil-China: dificuldades

A visita da presidente Dilma Rousseff a China em abril teve por objetivo tentar colocar nos eixos algumas diferenças que persistiam no relacionamento comercial entre os dois países. É indiscutível que o Brasil tem crescido, apesar de muitos obstáculos internos, mas principalmente por causa da estabilidade macroeconômica alcançada e, principalmente, por ter sido beneficiado por um forte crescimento global, promovido, sobretudo, pela China. Diante disso, nada mais justo que o governo procure preservar e estimular esse relacionamento comercial com os chineses.

Isso não significa, porém, que o País tenha de se abrir completamente aos anseios chineses, sem receber nada em troca. É preciso encontrar um ponto de equilíbrio, pois o relacionamento só será justo e produtivo se ambas as partes saírem ganhando. Do lado brasileiro, é justa a preocupação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) com o avanço muito rápido de máquinas e equipamentos chineses no mercado brasileiro, que começa a destruir a estrutura industrial do País. Basta ver que o déficit comercial do setor, de US$ 15,7 bilhões em 2010, deve dobrar e atingir US$ 30 bilhões até o final do ano. E, se em 2004 as indústrias nacionais do setor dominavam 60% do faturamento do mercado, hoje já são minoritárias e detêm 40%.

País em franco crescimento, a China é hoje o principal destino das exportações brasileiras de minério de ferro, soja e petróleo. Ou seja, commodities. Por isso, é fundamental que a China venha também a comprar produtos industrializados, aumentando o valor agregado de sua pauta. No entanto, o país asiático enfrenta obstáculos que são levantados pela própria estrutura do Brasil hoje: diferenças cambiais, alta carga tributária e infraestrutura precária que encarecem sobremaneira os produtos brasileiros. E, se o Brasil não fizer a sua lição de casa, nada haverá que possa convencer os chineses a comprar produtos de que não precisam e a preços pouco atraentes.

Portanto, se o atual governo, em seu início de trabalho, não aproveitar este momento para fazer a tão reivindicada reforma tributária, com o apoio do Congresso Nacional, o Brasil continuará a crescer, é verdade, podendo chegar neste ano a um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 2,4 trilhões, colocando-se entre as seis maiores economias do mundo, mas estará condenado a se tornar um exportador de produtos de baixa competitividade baseada no conhecimento e na tecnologia.

atritos entre brasil e chinaOra, esse é justamente o caminho inverso percorrido pela China desde a década de 1980. E que a está levando a assumir-se como uma das maiores economias do planeta. É um modelo que aposta na exportação de produtos com valor agregado. Se o Brasil segue na direção contrária, é claro que o futuro se afigura preocupante. E não é preciso olhar tão longe: neste ano mesmo, se continuarem a cair os embarques de produtos de alta tecnologia nacional, há o risco de o País não apresentar superávit na balança comercial.

Para piorar, no relacionamento Brasil-China, há a questão da “triangulação”, operação tecnicamente denominada “circunvenção”, que vem prejudicando sensivelmente a indústria brasileira. Fabricantes chineses costumam fraudar certificados de origem do produto para escapar da punição por dumping, ou seja, por venda ao exterior a preço inferior ao praticado no mercado interno, chegando os produtos ao Brasil como se tivessem sido fabricados em países como Taiwan, Vietnã, Malásia, Indonésia e outros.

Como as medidas adotadas desde 2008 contra essa prática têm se mostrado ineficazes porque a ação repressiva da fiscalização é sempre demorada, não se sabe se o governo chinês tem algum interesse em impedir os seus fabricantes de continuarem a recorrer a esse expediente.

Portanto, a visita da presidente foi marcada por questões extremamente delicadas e que, dificilmente, foram bem acolhidas pelo lado chinês. Também não se sabe se a presidente conseguiu convencer as autoridades chinesas a diversificar suas importações do Brasil e a investir no País em infraestrutura e setores de alto valor agregado. Até porque a pretensão esbarra na alta demanda chinesa por recursos naturais. De qualquer forma, se a China tem os seus objetivos, o Brasil tem interesses a preservar. E não pode ficar refém de outro país.

Seja como for, é forçoso admitir que essa situação embaraçosa foi criada pelo governo anterior, ao privilegiar suas relações com a China, em detrimento do mercado norte-americano. Basta ver que, nos últimos oito anos, nenhuma missão brasileira foi organizada para vender produtos aos EUA. O resultado disso é que a participação norte-americana nas exportações brasileiras recuou de 25,5% em 2002 para 9,5% em 2010. E que a balança com aquele país, superavitária até 2008, ficou negativa em 2010 em US$ 7,8 bilhões.

Além disso, o Brasil não assinou tratados de livre-comércio que ajudassem a impulsionar as exportações de produtos manufaturados. Nem intensificou suas relações comerciais com os países latino-americanos tanto quanto deveria, limitando-se a preservar o Mercosul, que se arrasta por 20 anos sem grandes avanços. Portanto, estamos colhendo o que plantamos.

 

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Transportes

Transportes: grandes desafios

Apesar de todo o marketing que cercou o chamado Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) 1 e 2, durante o governo anterior, ninguém contesta que os investimentos feitos até agora estão aquém do que o País necessita como condição mínima para suportar o aquecimento econômico.

Basta ver que, se o Brasil quiser crescer a taxa superior a 5% ao ano, terá de rever o seu Plano Nacional de Logística e Transporte (PNLT), do Ministério dos Transportes, lançado em 2009, que prevê investimentos de ordem de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) na infraestrutura de transporte até 2015.

desafios no transporte no brasilComo se sabe que o Ministério do Transporte tem tradicionalmente dificuldades de gestão, deixando de investir mais de 50% dos recursos previstos em orçamento, não se pode alimentar muita esperança. Para recuperar esse atraso de décadas, o Brasil deveria estar investindo hoje 2,5% do PIB. E com eficiência de gestão muito superior à que se verifica atualmente. E, no entanto, na primeira década deste novo milênio, os investimentos no setor foram abaixo de 1% do PIB. Muito pouco para um país com tanto potencial.

Isso significa que a nova década será mesmo de dificuldades para quem oferece ou depende de operações logísticas, pois, embora tenham sido registradas algumas melhorias nos últimos anos, não houve uma mudança significativa na matriz de transporte do país – majoritariamente rodoviária – nem na infraestrutura que pudesse facilitar a movimentação de carga, tanto nas operações de exportação como de importação, ainda que o modal ferroviário tenha aumentado sua participação, contribuindo para a retirada de caminhões das rodovias.

Mas não é só na infraestrutura precária do País que estão os grandes desafios dos operadores logísticos. A falta de mão de obra qualificada é outro grande obstáculo. Segundo dados da NTC& Logística, o setor de transporte de carga, cujo crescimento médio em 2010 foi de 15%, precisaria atrair por ano cerca de 120 mil motoristas. E não há como qualificar esses profissionais a curto prazo.

Até porque hoje, com as novas tendências tecnológicas dos caminhões, candidato a motorista com baixa escolaridade encontra cada vez mais dificuldades para se qualificar. E nenhuma empresa vai colocar um investimento de R$ 400 mil ou R$ 500 mil – que é quanto custa um caminhão moderno com computador de bordo – nas mãos de profissionais despreparados.

Outro problema facilmente detectável localiza-se na idade média da frota de caminhões do Brasil que está acima de 10 anos e, em algumas regiões, chega a 20 anos. Para enfrentar esse problema, as empresas transportadoras teriam de investir muito na renovação da frota. Acontece que o frete cobrado continua 14,15% abaixo do custo, segundo pesquisa da NTC&Logística.

Como o reajuste de 14,15% representa apenas o início desejável para equilibrar receitas e despesas e perdas acumuladas, pouco sobraria para investimento. Resolver essa questão – que mais se assemelha a uma movimentação num tabuleiro de xadrez – é outro dos grandes desafios do setor de transportes nesta década.

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Notícias

Ranking do PIB mundial (Brasil e outros países comparados)

ATUALIZAÇÃO (maio de 2012): Leia o artigo

Brasil: 6ª potência econômica no ranking do PIB mundial

Atualização em dezembro/2011: Brasil torna-se a sexta potência econômica mundial 

lista do pib mundial por paísesDepois da recente crise econômica mundial, que em alguns países ainda continua a causar seus efeitos, vemos algumas mudanças no ranking das maiores economias do mundo.

Passando por um período de estabilidade, o Brasil tem ganho posições e é hoje a 8ª maior economia do mundo, com folga para o 9º colocado (Canadá) e muito perto de ultrapassar a Itália. A China ultrapassou o Japão para tornar-se a 2ª maior economia do planeta, atrás apenas dos Estados Unidos, que continuam líderes absolutos.

Nos parágrafos abaixo você encontrará além da lista das maiores economias do mundo alguns gráficos que ajudarão a entender a dinâmica e que ajudam a colocar em perspectiva o tamanho das economias de diversos países.

Começamos pelo Brasil e com uma comparação com nossos vizinhos. Veja nas imagens abaixo (clique para ampliar e veja todas em sequência pelas setas abaixo da imagem; clique na imagem para fechar e voltar ao texto) como o PIB do Brasil (calculado em dólares americanos) evoluiu muito nos últimos anos

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Demanda Gestão Logística

Crescer com segurança

 

brasil crescer logística - investimentos e economiaSe os números do governo estiverem corretos, o Brasil registrou em 2010 um crescimento econômico da ordem de 8%, inferior apenas ao da China. Aparentemente, esse é um fato a ser comemorado. Mas, analisando tudo friamente, a comemoração deve ser feita com reservas. Afinal, para crescer a 8% ao ano, o País deveria ter se preparado mais porque qualquer analista mais isento sabe que, a continuar nesse ritmo, não é só o fantasma da inflação que pode ressurgir, mas a questão do apagão logístico.

Ninguém quer ver o País a vegetar em crescimento zero, mas quem conhece de economia sabe que esse crescimento deve ser sustentável, ou seja, para crescer sem sobressaltos e abalos, o Brasil precisaria dispor de uma infraestrutura menos atrasada, com investimentos mais bem direcionados. E não com a perspectiva de projetos megalomaníacos, como a construção do trem-bala entre Rio de Janeiro e São Paulo, que só servirá a passageiros, ou a promoção de eventos mundiais, como a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e a Olimpíada de 2016, que trazem muita visibilidade para o País, mas que, se não tiverem um acompanhamento seguro, também podem levá-lo à bancarrota. Mirem-se no exemplo da Grécia, que promoveu a Olimpíada de 2004.

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Brasil sobe no ranking das potências econômicas mundiais (PIB)

ATUALIZAÇÃO (maio de 2012): Leia o artigo

Brasil: 6ª potência econômica no ranking do PIB mundial

 

Atualização em dezembro/2011: Brasil torna-se a sexta potência econômica mundial

Veja a atualização desta matéria em Ranking do PIB mundial (Brasil e outros países comparados)

O Brasil está colhendo frutos de recentes sucessos na gestão da crise econômica mundial. Como os efeitos da crise foram brandos no país e o crescimento voltou a figurar nas páginas de economia bem antes de outros países, o Brasil recuperou o posto de oitava maior economia do mundo em 2009. Desde 1998 o Brasil havia perdido esta posição, e o efeito da crise em outros países fez com que recuperássemos essa posição no ranking global com o PIB (Produto Interno Bruto) medido em dólares.

A crise econômica no mundo desenvolvido, a fortaleza do real e políticas anticíclicas bem sucedidas adotadas pelo governo contribuíram para esse resultado. “Mas por trás da performance brasileira há também deficiências,

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Desempenho Notícias

Baixa produtividade limita crescimento

A estagnação da produtividade explica por que a América Latina ficou atrasada em relação ao Leste Asiático e às nações desenvolvidas, constata um novo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

“O tema central atualmente é como recuperar o crescimento”, afirmou Santiago Levy, vice-presidente do BID. Para isso, explicou Levy, é necessário aumentar a produtividade, que aumentou menos que a de países ricos como os Estados Unidos nas últimas quatro décadas.

O relatório do organismo menciona que o Chile foi o único país da região que conseguiu lucros na produtividade superiores aos dos Estados Unidos entre 1960 e 2005. Ao contrário, o Brasil perdeu 2,5% de produtividade frente aos Estados Unidos no período mencionado, o Uruguai perdeu 14% e a Bolívia e a Colômbia perderam 17%.

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Gestão Logística Notícias Transportes

Infraestrutura alavancará a cadeia de transporte em 2010

Os planos voltados à expansão da área de infraestrutura no País, previstos para os próximos anos, vão contribuir com a retomada da indústria fornecedora de equipamentos ao setor de transportes, que em seus vários segmentos observará uma queda média de 20% nos negócios em 2009, ainda em decorrência da turbulência econômica. Os projetos de mobilidade urbana, a implantação do trem de ata velocidade (TAV), o pré-sal, concessões de rodoviárias e ferroviárias, e até o incremento no turismo podem trazer a cadeia produtiva de volta aos patamares de 2008, um dos períodos mais aquecidos da história recente do setor.

Um dos exemplos destes benefícios é o mercado de carrocerias de ônibus, cujo cálculo é de um retrocesso de 19% da produção este ano, se comparado com as 31 mil unidades produzidas em 2008. “Nessa área, temos como fatores positivos para a retomada os estudos de implantação de projetos de ônibus rápidos que devem ser apresentados como solução à mobilidade urbana nas cidades que vão sediar a Copa de 2014”, analisou José A. F. Martins, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria de Materiais e Equipamentos Ferroviários e Rodoviário (Simefre).

De acordo com Martins, já em 2010 as vendas do segmento no mercado interno podem ser parecidas com o que foi visto em 2008, quando foram comercializadas 25 unidades. O executivo citou ainda como impulso os aportes em estrutura viária, previstos no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), e até um mercado em desenvolvimento no Brasil, que é o dos ônibus escolares, muito comum em outros países.