poder

O poder e tamanho do Google

O vídeo de hoje é um pouco diferente dos outros que temos aqui no site. Isso não quer dizer que ele não seja interessante, seja do ponto de vista da gestão ou da curiosidade.

Você sabe qual o tamanho do Google? Qual a capacidade que ele tem de recolher informações sobre tudo que fazemos?

Um programa semanal do canal ABC da Austrália, o Hungry Beast, fez um vídeo falando de diversos segmentos que o Google atua. O vídeo tem uma conotação bem negativa e quase anti-Google, e não é essa a impressão que quero passar ao colocar este vídeo para vocês verem.

O vídeo está em inglês, portanto afinem seus ouvidos (e o sotaque é australiano…). Vejam mais algumas informações abaixo.

Avanço do Bric ainda não altera o centro do poder

Na avaliação do Financial Times, liderança dos emergentes fica para mais tarde

Coloque um jaguar, um urso, um tigre e um panda juntos e você poderá ter um bom espetáculo, mas não terá uma vida sossegada. Essa é a definição do Financial Times para a situação do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), na série especial preparada pelo jornal britânico sobre o grupo dos principais emergentes do mundo.

Na avaliação do FT, apesar do avanço econômico dos últimos anos, esses países ainda não estão prontos para liderar uma mudança do centro de poder global, principalmente em razão das fortes diferenças existentes entre eles.

“Uma década de crescimento rápido não é suficiente para o Bric pegar o bastão da liderança econômica global dos Estados Unidos e da Europa Ocidental”, diz a publicação. O grupo pode ter surpreendido o mundo com o seu progresso nos últimos dez anos, mas será preciso uma melhora qualitativa, assim como mais crescimento, para consolidar a mudança de poder, avalia o Finacial Times.

Conforme o Goldman Sachs, que inventou o acrônimo, a China deve se tornar a maior economia do mundo antes de 2030. Atualmente, o grupo já tem maior fatia do comércio mundial do que os EUA. O movimento é reconhecido pelos investidores: as ações dos países que formam o Brics encerraram a década valendo mais do que o dobro na comparação com 2005, diz o jornal. Há uma década, apenas um deles tinha grau de investimento, hoje todos possuem. Há apenas 12 anos, o calote da Rússia e a crise cambial brasileira balançavam o mundo, agora esses países acumulam vastas reservas.