SCM

Como aumentar o valor percebido pelos seus clientes?

Matéria publicada no portal INBRASC em junho de 2009:

Aumentando a percepção de valor dos seus produtos junto a seus clientes

Autor: Leandro Callegari Coelho.

A luta acirrada pelos melhores clientes e a tentativa de se relacionar com os melhores fornecedores faz com que áreas antes consideradas periféricas na gestão empresarial passem a ser significativas. Uma dessas áreas é a logística, que deixou de ser responsável apenas por transportar mercadorias (um centro de custos), e passou a ser determinante para o sucesso de muitas organizações, (um centro de lucro) agregando valor aos produtos. No entanto, a logística como é geralmente conhecida e praticada nas empresas, restrita aos processos de armazenagem, movimentação e transporte, não consegue fazer o que se espera deste setor atualmente – agregar valor ao produto frente às necessidades dos clientes. Diversos fatores têm contribuído para que a logística assuma um papel de destaque nas empresas, dentre eles a equiparação do poder das empresas em diversas áreas que antes serviam de diferencial e a visualização da possibilidade de se utilizar o fluxo de produtos na cadeia de suprimentos como uma nova estratégia de diferenciação e redução de custos. Aliado a esta condição, atualmente a logística pode interagir com outros setores dentro da empresa e mesmo fora dela com fornecedores e clientes. Por meio de avançadas tecnologias de informação e de uma diferente visão em relação às parcerias, pode-se, por exemplo, desenvolver produtos com fornecedores e clientes, formatados para um transporte mais eficiente, agregando valor final através da logística. O profissional de logística deve agir para a criação de valor, seja na visão dos clientes, seja na visão daquele que oferece o bem, o que significa que é preciso trabalhar com uma visão de valor para toda a cadeia de suprimentos. A agregação de valor deve beneficiar todos os atores do processo produtivo e de uso do produto.

Controle de estoques: logística e previsão de demanda

logística e previsão de demanda: uma questão de controle de estoques

A logística serve, de maneira geral, para solucionar um dos problemas encontrados pelas empresas: diferenças entre o local e o momento da produção e do consumo dos produtos. Normalmente as fábricas encontram-se longe dos centros de consumo, acarretando necessidade de transporte – a maior das atividades da logística. Mas também, uma diferença temporal entre quando o produto é fabricado e quando ele é requisitado pelos consumidores exige que se façam estoques nos pontos de venda, para atender à demanda futura, trazendo à tona um elemento pelo qual o profissional de logística é pressionado: a redução dos estoques.

Estas duas características somadas abrem espaço para mais uma atividade do setor de logística: as previsões. Estas servem para planejar compra de matéria-prima, capacidade de máquinas e de mão-de-obra bem como também para estimar o volume adequado dos estoques – cujo gerenciamento é talvez a 2ª atividade mais importante da logística.

Os 7 riscos das cadeias de suprimentos

Matéria publicada na edição 12 de setembro de 2009 da Revista MundoLogística:

Gerenciamento de riscos: os 7 riscos de uma cadeia de suprimentos – Você sabe quais são os principais riscos logísticos em sua cadeia de suprimentos?

Autor: Leandro Callegari Coelho.

Os acontecimentos mais recentes na economia mundial suscitam algumas dúvidas referentes à análise de risco em diversos segmentos industriais. Como é possível que alguns dos maiores bancos do mundo chegassem à situação atual, com inúmeras falências? Como as maiores indústrias automobilísticas do planeta, com seu poderio de conhecimentos e tecnologias sem fim, encontram-se às avessas para pagar suas contas? Se mesmo estas empresas sofreram com riscos inesperados, vamos tentar desvendar os maiores riscos logísticos para as cadeias de suprimentos, com enfoque na situação brasileira.

A Logística e o Valor Percebido – como melhorar esta relação

Matéria publicada na edição 07 de novembro de 2008 da Revista MundoLogística:

Aumentando a percepção de valor dos seus produtos junto a seus clientes – Como a logística pode contribuir neste desafio?

Autores: Leandro Callegari Coelho, Neimar Follmann, Carlos Taboada.

A percepção de um mercado cada vez mais exigente é fruto de uma acirrada concorrência. As escolhas dos clientes estão pautadas sobre a necessidade de obter o maior benefício sobre o investimento realizado: obter um produto de qualidade no seu mais amplo significado, por um preço atrativo. A esta relação dá-se o nome de valor. É esta percepção que diferencia fortemente as empresas na atualidade. Num momento em que as tecnologias estão acessíveis à maioria, o marketing possui semelhante poder de persuasão, as equipes de vendas estão muito preparadas, outros componentes são necessários para que a empresa se destaque – e um destes componentes é a logística. Por muito tempo viu-se este setor como um centro de custos, mas, nos últimos anos esta situação foi alterada. É possível, através desta área, ajudar a empresa a entregar maior valor aos clientes. Como fazer e o que deve ser considerado são as respostas que este artigo fornecerá.

Logística, TI e o Mundo Virtual

Matéria publicada na edição 06 de setembro de 2008 da Revista MundoLogística:

logística Virtual: A Tecnologia da Informação e o Mundo Virtual Barateando e Simplificando o Fluxo de Materiais – Novas estratégias de gestão que melhoram o desempenho e diminuem custos

Autores: Leandro Callegari Coelho, Neimar Follmann, Carlos Taboada, Ronaldo Cristo.

Este artigo aborda a logística virtual como ferramenta para melhoria da eficiência operacional e obtenção de vantagem competitiva no mundo empresarial, especialmente no setor produtivo. As técnicas da logística virtual, ou e-logistics como tem sido tratada, devem ser extrapoladas do mundo virtual, das empresas baseadas na Internet, para suprir empresas físicas com novos conceitos sobre estoques, produção, disponibilidade e mercado consumidor. Estes conceitos são explicados com exemplos e ilustrações que facilitam o entendimento e a aplicação. Como resultado, ocorre o melhor uso dos recursos logísticos, maior flexibilidade e sem dúvida a aplicação de um novo e melhor modelo de gestão do negócio.

Como reduzir as consequências do efeito chicote?

Matéria publicada na edição 05 de julho de 2008 da Revista MundoLogística:

O Efeito Chicote na Cadeia de Abastecimentos – O que é o Efeito Chicote e como reduzir seus efeitos sobre sua cadeia de suprimentos

Autores: Leandro Callegari Coelho, Neimar Follmann, Carlos Taboada.

Atender a todos os pedidos no prazo e correr o risco de ter muitos produtos em estoque? Ou manter um baixo nível de estoque e correr o risco de perder vendas? Este conjunto de decisões, se considerada a empresa isoladamente, pode influenciar o surgimento do Efeito Chicote. O que ele é e quais impactos gerados nas empresas, é o que buscam responder os pesquisadores.

O que fazer para ter uma cadeia de suprimentos flexível?

Matéria publicada na edição 03 de março de 2008 da Revista MundoLogística:

A flexibilidade na cadeia de suprimentos – A importância da flexbilidade e o que fazer para que ela seja um sucesso.

Autores: Leandro Callegari Coelho, Neimar Follmann, Carlos Taboada.

Como é possível tornar flexível uma cadeia de suprimentos e quais os benefícios deste fato para as empresas envolvidas? Este artigo busca responder esta pergunta, começando com uma discussão acerca de gestão da cadeia de suprimentos, da flexibilidade enquanto um objetivo de desempenho das empresas e finalmente de flexibilidade na cadeia de suprimentos. Além disso, são apresentadas algumas competências necessárias para o sucesso de uma cadeia flexível. Com isso, espera-se contribuir para o desenvolvimento de estratégias que tornem as cadeias, através de seus elos, mais sensíveis às mudanças, capazes de se adaptarem a novas exigências e necessidades.

Cadeia de suprimentos – aumentando a flexibilidade

artigo publicado no XIV Congresso Latino-americano de Pesquisa Operacional (CLAIO), 2008, Cartagena, Colômbia

Proposta para flexibilização de cadeias de suprimentos

Autores: Leandro Callegari Coelho, Neimar Follmann, Carlos Taboada

A busca pela vantagem  competitiva nas organizações  tem  alcançado  estágios  antes nunca vistos. Essa luta acirrada pelos melhores clientes, através da oferta da mais variada gama de benefícios faz com  que  o  mercado  se  torne  instável,  fortemente  inclinado  às  mudanças,  ou  seja,  volátil.  A volatilidade  torna  as  empresas mais propensas  ao  fracasso, uma vez que  se não  se  adaptarem de forma ágil, buscando parcerias, implantando tecnologias, demonstrando ter uma resposta rápida ao mercado, o concorrente o fará. É necessário, portanto que as organizações sejam flexíveis. Ser  flexível  significa,  segundo  Kuper  (2001),  ter  a  habilidade  para  responder  às  mudanças  em
padrão de consumo, o que significa  ter um diferencial competitivo. Na busca por esse diferencial competitivo, as organizações vêm encontrando diferentes soluções, dentre elas o gerenciamento da cadeia  de  abastecimento,  ou  como  é  conhecida  internacionalmente,  Supply  Chain Management (SCM). Desta  forma,  se  antes  as  empresas  necessitavam  ser  flexíveis,  individualmente,  agora  é necessário que a cadeia como um todo o seja.

Este artigo aborda o tema flexibilidade na cadeia de abastecimentos, que é um dos meios possíveis, uma parte da estratégia, para o alcance da competitividade das empresas. Buscou-se tratar o assunto de  forma a  responder o que é e como é possível  tornar uma cadeia  flexível. Com base no estudo realizado e dos conceitos utilizados,  foi possível a elaboração de uma nova proposta de conceito, que melhor descreva o que é flexibilidade no contexto da cadeia de abastecimentos.

Cadeias de suprimento – obtendo vantagem competitiva

artigo publicado no Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 2008, Resende/RJ

A Vantagem Competitiva Através de Cadeias de Suprimentos Ágeis, Adaptáveis e Alinhadas: Uma Proposta para Implantação

Autores: Leandro Callegari Coelho, Neimar Follmann, Carlos Taboada, Camila Zago, Cíntia Callegari Coelho

O desenvolvimento de parcerias em cadeias de suprimentos tem se mostrado bastante promissor nos últimos  anos.  Tanto  que  internacionalmente  diversos  estudos  têm  sido  realizados  na  área  para investigar  como  elas  são  organizadas  e  quais  as  peculiaridades  que  as  levam  a  obter  sucesso sustentável.  Parte-se da análise de um trabalho publicado por Hau Lee, onde ele afirma que, além de
fazer da  rapidez  e do  custo baixo um objetivo  comum, as  cadeias de  sucesso  são ao mesmo  tempo ágeis,  adaptáveis  e  alinhadas  estrategicamente.  O  Triplo  A,  como  o  autor  chamou  as  três características principais, é  tomado como uma espécie de visão, um objetivo a  ser alcançado pelas empresas.    A  proposta  para  alcançar  esta  visão  passa  pela  aplicação  do  conceito Tambor/Pulmão/Corda  –  TPC,  aplicado  à  gestão  de  estoques  em  nível  de  cadeia,  além  de  um relacionamento maduro e de longo prazo entre as empresas.

Teoria das Restrições – como investir em logística

artigo publicado no Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 2008, Resende/RJ

A Teoria das Restrições como método para análise e decisão de investimentos em logística

Autores: Leandro Callegari Coelho, Neimar Follmann, Carlos Taboada, Camila Zago, Cíntia Callegari Coelho

Em muitas situações, buscando aumento de lucro ou da participação no mercado, as empresas fazem investimentos  em  diferentes  áreas  sem  a  correta  análise  da  viabilidade  e  do  resultado  que  o investimento deverá  trazer. Neste artigo aborda-se a situação da  logística, que nas últimas décadas passou de um centro de custos para uma área estratégica, capaz de agregar valor ao produto e/ou serviço.  Isto, porém, vem sendo  feito de  tal maneira que muitas organizações destinam  recursos, às vezes, exagerados e desnecessários. Com base na visão sistêmica de que a organização como um todo deve ser o motor gerador de  lucro e que os diferentes setores são  interligados e  interdependentes, e utilizando conceitos da Teoria das Restrições para avaliar qual dos elos do sistema está limitando o poder de ganho,  tem-se o objetivo de demonstrar uma  forma de análise que  justifique a decisão de fazer investimentos na área de logística.

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