trânsito

Mais respeito ao pedestre no trânsito

Mais respeito ao pedestre no trânsito

O excesso de veículos e o elevado número de habitantes geram cada vez mais problemas entre pedestres, motociclistas e motoristas. Pedestres têm prioridade nas vias,…

Congresso de transporte e trânsito

Mobilidade para cidades saudáveis…

congresso de transporte e transito - rio de janeiro / outubro 2011
Os Congressos promovidos pela ANTP tem sido momentos privilegiados para mobilizar e aprovar os rumos políticos para o setor e para a entidade. Neste 18º Congresso a entidade está propondo centrar o debate em torno da Mobilidade Urbana como fator decisivo para o desenvolvimento sustentável de nosso país.
Neste momento em que o Brasil está sendo colocado como um dos protagonistas da superação da crise econômica mundial e se coloca no cenário mundial como um país do futuro; neste momento em que uma parcela importante das atenções do mundo se volta para o país que receberá a Copa Mundial de Futebol de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o 18º Congresso pretende tratar dos temas que são fundamentais para promoção de uma mobilidade urbana que dê sustentação a um desenvolvimento social, econômico e ambientalmente sustentável para as cidades brasileiras.

Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito

Acontece em outubro de 2011, no Rio de Janeiro, o 18o Congresso Brasileiro de transporte e Trânsito.

Neste momento em que o Brasil está sendo colocado como um dos protagonistas da superação da crise econômica mundial e se coloca no cenário mundial como um país do futuro; neste momento em que uma parcela importante das atenções do mundo se volta para o país que receberá a Copa Mundial de Futebol de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o 18º Congresso pretende tratar dos temas que são fundamentais para promoção de uma mobilidade urbana que dê sustentação a um desenvolvimento social, econômico e ambientalmente sustentável para as cidades brasileiras.

Dentre eles cumpre destacar: Política nacional de mobilidade versus desenvolvimento econômico; Mobilidade Urbana e aquecimento Global; Mobilidade urbana em face de matriz energética; Redução de tarifas e de custos do transporte público para a inclusão social; Combate à violência e respeito aos direitos humanos no trânsito: Financiamento permanente na infra-estrutura e em tecnologia; qualidade dos serviços de transporte e sustentabilidade ambiental.

Diminuindo congestionamentos no trânsito com piloto automático (Google cria carro com piloto automático)

google cria carro sem motorista (piloto automático)O trânsito caótico das grandes cidades é em grande parte efeito do número desproporcional de veículos que trafegam nas ruas frente à capacidade das mesmas. Mas se todos os motoristas obedecessem as leis de trânsito a situação seria muito melhor: não parar em local proibido, não fazer retornos onde não pode, não querer furar sinal vermelho e ficar preso no meio do cruzamento, etc.

E se pudéssemos tirar os motoristas dessa equação, substituindo-os por robôs? É algo assim que uma equipe do Google está pensando.

As aplicações são imensas, pois você entraria no seu carro e ele iria sozinho até o destino: você pode tirar uma soneca, trabalhar, falar ao telefone com segurança… e se você precisasse ir ao destino só pra levar alguma encomenda? Uma caixa ou um documento? Deixe o carro ir e voltar sozinho, só precisa que alguém pegue a encomenda de dentro do carro (imagine serviços de tele-entrega)! Isso tudo não é sonho, e um protótipo já circula nas ruas da Califórnia, EUA.

Trânsito pelo mundo (China e Índia)

Falamos bastante sobre o trânsito em nossas cidades, os congestionamentos que enfrentamos e o stress que isso causa em quem enfrenta essas problemas. No outro lado do mundo, a situação não parece ser melhor (na verdade, me parece pior!).

Nestes três vídeos, especialmente selcionados para sua descontração, veja como se “organiza” o trânsito em algum lugar da Índia e da China.

Começamos com alguns motoboys na China:

Continuamos com a loucura desorganizada com este outro vídeo. Neste me impressiona que tem até pedestres cruzando a rua tranquilamente no meio das motos:

Vídeo sobre a Artéria Central de Boston – parte 2

A Artéria Central de Boston é um importante conjunto de rodovias que cruza o coração da cidade. Com o aumento do tráfego urbano, a rodovia precisou passar por drásticas mudanças, num mega projeto que durou mais de 10 anos e custou mais de 20 bilhões de dólares. Envolveu a construção de estradas, túneis e pontes, sem interferir com a rodovia existenta para não tornar ainda mais caótico o trânsito da cidade.

Para algumas informações extras sobre o projeto leia a matéria “Um mega projeto de engenharia e logística – a Artéria Central de Boston“. Veja nos vídeos a seguir a continuação da reportagem sobre as obras. A primeira parte do vídeo está publicada em Artéria Central de Boston parte 1.

Continuação:

Vídeo sobre a Artéria Central de Boston – parte 1

A Artéria Central de Boston é um importante conjunto de rodovias que cruza o coração da cidade. Com o aumento do tráfego urbano, a rodovia precisou passar por drásticas mudanças, num mega projeto que durou mais de 10 anos e custou mais de 20 bilhões de dólares. Envolveu a construção de estradas, túneis e pontes, sem interferir com a rodovia existenta para não tornar ainda mais caótico o trânsito da cidade.

Para algumas informações extras sobre o projeto leia a matéria “Um mega projeto de engenharia e logística – a Artéria Central de Boston“. Veja nos dois vídeos a seguir o início da reportagem sobre as obras. O restante do vídeo está publicado na parte 2 desta matéria.

Continuação do vídeo:

Um mega projeto de engenharia e logística – a Artéria Central de Boston

mudança no trânsito da artéria central boston

(Veja também os vídeos relacionados à esta obra com link no final desta matéria)

A cidade de Boston, Estados Unidos, com mais de 6 milhões de pessoas em sua região metropolitana, passou por uma obra digna de ser chamada de mega projeto.

A principal rodovia interestadual que passa pelo coração de Boston estava congestionada, pois acumulava os tráfegos da própria rodovia e do fluxo urbano que diariamente precisava se deslocar do sul para o norte da cidade. Os congestionamentos estavam chegando a 14 horas por dia, na década de 80. Decidiu-se reformular o tráfego, mas era impossível fechar a estrada enquanto as obras eram feitas, então algo inovador precisou ser feito.

Obras pequenas para tentar remediar um problema maior já são feitas em diversas cidades, como reformas em sistemas de transporte coletivo, incentivo ao uso dos mesmos, construção de novas linhas de metrôs e até mesmo a implantação de um sistema de bicicletas públicas. Neste caso, precisava-se de algo muito maior.

A obra que ficou conhecida como “Big Dig” (Grande Escavação), é a Artéria Central de Boston. Para não fechar a rodovia enquanto as obras eram feitas, decidiram que a nova estrada seria feita subterrânea, um conjunto de túneis de quase 6 km de extensão. O projeto também envolveu a criação de um segundo túnel para dividir o tráfego que passava pela rodovia, mas que iria ao aeroporto da cidade, que precisava utilizar a rodovia,  único acesso para o importante aeroporto. Isto envolveu fazer túneis com 10 pistas abaixo do porto da cidade.

Os desafios da mobilidade urbana para o turismo

mobilidade urbana e o turismoO problema da mobilidade urbana já é assunto recorrente aqui no logística Descomplicada. Vimos desde as previsões para a logística de 2010 (feitas ano passado) como as preocupações econômicas e ambientais existentes na Holanda que o tema tem importância mundial. Também basta viver uma cidade de porte médio para enfrentar diariamente trânsito caótico e congestionamentos.

Confira neste texto de Aliator Silveira* algumas considerações muito bem feitas sobre a mobilidade urbana e os prejuízos para o turismo.

Receber bem o turista é o desafio de qualquer destino turístico, principalmente quando se deseja que a experiência não termine em apenas uma visita, mas continue com o passar dos anos e abranja diversas gerações. Para alcançar esse objetivo, diversos fatores devem ser considerados. Além do fator segurança, o destino deve estar preparado e equipado para oferecer boas opções de hospedagem, gastronomia, eventos e entretenimento. O turista precisa conseguir se deslocar com facilidade dentro da cidade seja de carro ou por meio de transporte coletivo.

O problema da mobilidade urbana

Para quem leu o panorama das tendências da logística para 2010 mostrado aqui no site (4 opiniões diferentes: a minha, a do Rogério Barrionuevo, do Luiz Paiva e do Neimar Follmann) viu que uma das minhas preocupações e expectativas para 2010 é com relação à mobilidade urbana, a logística urbana.

Leia esta reportagem da Revista Veja Online, que trata sobre este assunto, e mostra que na Holanda esta preocupação já está gerando ações concretas.

Saiu da garagem, pagou

A Holanda vai cobrar tarifa por quilômetro rodado de todos os carros do país.
A intenção é diminuir os enormes congestionamentos de trânsito

Holanda, um dos países com maior densidade populacional da Europa, é também um dos que mais sofrem com congestionamentos de trânsito. Nos horários de pico, em Amsterdã e arredores, as lentidões chegam a se estender por 1000 quilômetros. Na tentativa de diminuir essa tortura diária infligida aos cidadãos, o ministério dos transportes holandês anunciou que, a partir de 2012, passará a cobrar uma taxa por quilômetro rodado de todos os carros que circulam no país. A tarifa básica será de 3 centavos de euro por quilômetro, com previsão de reajuste gradual até chegar a 6,7 centavos em 2017. Os valores serão maiores nas vias mais movimentadas e nos horários com volume de trânsito maior. Carros híbridos e muito econômicos terão descontos. Como compensação pela nova taxa, os impostos sobre veículos serão reduzidos. Até a cobrança entrar em vigor, todos os motoristas holandeses terão de equipar seus carros com aparelhos de GPS, que enviarão as informações sobre sua movimentação a uma central responsável pela cobrança. A falta do GPS acarretará multa.

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