valor

Computador na mesa… do restaurante!

Computador na mesa… do restaurante!

Até onde se pode empurrar a ideia do self-service? Trata-se de uma questão interessante do ponto de vista do desgin dos processos. Existem algumas situações…

Sorteio: credencial para o simpósio Supply & Demand Chain

RESULTADO: Em sorteio realizado no dia 8 as 12h, através do site gerador de números aleatórios random.org, o comentário sorteado foi de Sara Matenauer Zutin. Ela já recebeu um email com maiores informações sobre a inscrição para o evento. Aproveite! Aos demais, não desanimem pois em breve teremos mais promoções e sorteios no site.

Em mais uma promoção do Logística Descomplicada, vamos sortear uma credencial para o 24º Simpósio Supply & Demand Chain que ocorrerá nos dias 20 e 21 de outubro de 2010 em São Paulo, no Centro Empresarial de São Paulo (Santo Amaro). Este evento de alto nível de dois dias tem um custo por pessoa de R$ 990,00 mas você pode ter sua credencial gratuitamente!

Para participar basta deixar um comentário neste post dizendo que quer concorrer. Lembre-se de usar seu nome verdadeiro e que seu email é válido (ele não será publicado, mas é através dele que entraremos em contato). Todos os comentários estarão concorrendo, e você tem pouco tempo: o sorteio ocorrerá na 6a-feira dia 8 as 12h (de Brasília).

O 24º Simpósio Supply & Demand Chain abordará diversos temas da cadeia de valor logístico.

O primeiro dia do evento será dedicado aos impactos e tendências

7 ideias para gerar valor na sua empresa

inovação idéias top 7 As empresas são movidas por inovação. Quem não inova está fadado ao fracasso, pois os consumidores não querem sempre o mesmo produto, no mesmo prazo, com o mesmo serviço. Os clientes querem sempre mais e melhor. Expandindo a ideia para cadeias de suprimentos, são raras aquelas que pesquisam e investem na inovação, mas muitas empresas investem milhões em produtos inovadores – algumas inclusive vivem disso.

Releia o artigo Os 10 principais erros das cadeias de suprimentos e veja que eles se aplicam a muitas empresas. Elas falham com sua lentidão em adotar as melhores práticas do mercado e por isso não é surpresa perceber que não investem o necessário (tempo, esforço, dinheiro) em inovação.

Assim, estas companhias perdem uma ótima oportunidade de agregar mais valor aos negócios. Este artigo vai indicar 7 ideias inovadoras capazes de gerar mais valor, e elas podem trazer resultados financeiros tangíveis. Em tempos controversos e de crise como atualmente, um esforço neste sentido pode colocar sua empresa em posição privilegiada num futuro próximo.

Integração entre a cadeia de suprimentos física e financeira: como aumentar o valor

integração de cadeia de suprimentoExistem duas cadeias de suprimentos diferentes: a física e a financeira. Não basta melhorar individualmente as cadeias de suprimentos física e financeira, mas é preciso cuidar da interface, da integração entre elas. Além de melhorá-las deve-se integrá-las, pois esta integração permite ganhos econômicos no final.

A cadeia física foca em atividades logísticas como transporte e armazém de forma isolada. Trabalhando estas duas atividades de forma integrada vários benefícios podem surgir tais como: ganho de tempo, redução de custos dos inventários e aumento de atividades conjuntas.

Por outro lado as empresas estão integrando sua cadeia de suprimentos financeira, direcionando o fluxo de informações com softwares específicos.  Os ganhos de eficiência geram grande capacidade de monitorar e estimar os recebíveis, a necessidade de capital de giro e conseqüentemente melhorar sua situação financeira.

A proposta é integrar as duas cadeias para agregar valor a cadeia como um todo. Mas muitas ineficiências permanecem, impedindo uma integração total. Uma empresa possui um processamento automático de aquisição de materiais, mas os compradores tem que acessar outros sistemas ou até mesmo realizar offline para realizar os pagamentos. Como conseqüência há um aumento no tempo de conclusão de todos os procedimentos.

Estratégias e Indicadores de Desempenho

Os indicadores de desemindicadores de desempenhopenho, também chamados de KPIs (key performance indicators) são medidas de desempenho, quantificáveis, que ajudam as empresas a definir, avaliar e melhorar sua performance em áreas consideradas importantes para a organização.

Como são medidas globais, que envolvem toda a empresa, devem refletir os direcionamentos estratégicos das mesmas. Chega-se num bom indicador ao responder à pergunta: “O que é realmente importante para a empresa?”. Sendo assim, cada empresa terá indicadores levemente diferentes, baseados na sua abordagem frente ao mercado. Por exemplo, um administrador de uma empresa de produtos de consumo em massa terá indicadores completamente diferentes do gestor de uma escola ou de um hospital. Por isso é difícil dar exemplo de um indicador que você poderá usar, mas ainda assim, discutirei mais sobre alguns indicadores específicos no final deste artigo.

Os indicadores de desempenho se aproximam de um benchmarking interno, pois visam melhorar continuamente alguns processos para obter vantagem competitiva. Como destacado acima, os indicadores devem refletir elementos globais, focados nos fatores críticos do sucesso. Com a abordagem de cadeias de suprimentos, os antigos sistemas de medição de desempenho ficaram rapidamente desatualizados, e mais do que nunca, os indicadores precisam refletir processos importantes, e não apenas números, melhorando a performance, incentivando e motivando os funcionários, e mais importante, através de toda a cadeia de valor, e não apenas num processo específico.

Logística Descomplicada

Aqui você encontrará informações sobre tudo o que envolve a área logística: transportes, estoques, previsão, qualidade, redes de empresas, dentre muitos outros temas. Faça uma…

Responsabilidade ambiental – função de todos

Responsabilidade ambiental e sustentabilidadeEm busca de processos mais verdes

Não há como negar a crescente atenção dada ao meio ambiente, aquecimento global e responsabilidade ambiental. Espera-se que as empresas façam sua parte para diminuir as emissões de carbono, e os olhos dos consumidores estão voltados a isto. Logo, não é mais uma opção promover processos ecologicamente responsáveis: agora é obrigação.

No entanto, isto não significa que as empresas precisam gastar mais para atender a esta nova demanda. Pelo contrário, é possível lucrar mais com isto.

Pesquisas indicam que pelo menos 75% dos consumidores afirmam que suas decisões de compras são influenciadas pela reputação ecológica da empresa, e que até 80% estariam dispostos a pagar um pouco mais caro por um produto ecologicamente correto. Já se foi o tempo em que os consumidores apenas pensavam no assunto, hoje eles já pagam por isso. Vejamos dois exemplos.

A nova onda: Logística Reversa

A nova onda: Logística Reversa

logística reversa: o transporte de trás pra frente

Com o crescente volume de negócios em escala mundial e a imensa quantidade de produtos transportados diariamente, aumenta também a quantidade de lixo gerado e de materiais que precisam ser mandados de volta à sua origem. Esse tráfego de produtos no sentido contrário da cadeia de produção normal (dos clientes em direção às indústrias) precisa ser tratado adequadamente, para evitar trabalho e custos extras.

A logística reversa é a área responsável por este fluxo reverso de produtos, seja qual for o motivo: reciclagem, reuso, recall, devoluções, etc. A importância deste processo reside em dois extremos: em um, as regulamentações, que exigem o tratamento de alguns produtos após seu uso (como as embalagens de agrotóxicos ou baterias de celulares); na outra ponta, a possibilidade de agregar valor ao que seria lixo. Veremos mais detalhes ao longo deste artigo.

Com o aumento das pressões da sociedade para produtos e processos ecologicamente corretos, a reciclagem ganha força e a logística reversa é um dos principais motores deste movimento. Além de contribuir legitimamente para a redução dos impactos ao meio ambiente há um ganho de imagem para a empresa que o faz. Há exemplos de reciclagem que já são práticas comuns: latas de alumínio, garrafas pet, papel, dentre outros itens de pós-consumo.

Como aumentar o valor percebido pelos seus clientes?

Matéria publicada no portal INBRASC em junho de 2009:

Aumentando a percepção de valor dos seus produtos junto a seus clientes

Autor: Leandro Callegari Coelho.

A luta acirrada pelos melhores clientes e a tentativa de se relacionar com os melhores fornecedores faz com que áreas antes consideradas periféricas na gestão empresarial passem a ser significativas. Uma dessas áreas é a logística, que deixou de ser responsável apenas por transportar mercadorias (um centro de custos), e passou a ser determinante para o sucesso de muitas organizações, (um centro de lucro) agregando valor aos produtos. No entanto, a logística como é geralmente conhecida e praticada nas empresas, restrita aos processos de armazenagem, movimentação e transporte, não consegue fazer o que se espera deste setor atualmente – agregar valor ao produto frente às necessidades dos clientes. Diversos fatores têm contribuído para que a logística assuma um papel de destaque nas empresas, dentre eles a equiparação do poder das empresas em diversas áreas que antes serviam de diferencial e a visualização da possibilidade de se utilizar o fluxo de produtos na cadeia de suprimentos como uma nova estratégia de diferenciação e redução de custos. Aliado a esta condição, atualmente a logística pode interagir com outros setores dentro da empresa e mesmo fora dela com fornecedores e clientes. Por meio de avançadas tecnologias de informação e de uma diferente visão em relação às parcerias, pode-se, por exemplo, desenvolver produtos com fornecedores e clientes, formatados para um transporte mais eficiente, agregando valor final através da logística. O profissional de logística deve agir para a criação de valor, seja na visão dos clientes, seja na visão daquele que oferece o bem, o que significa que é preciso trabalhar com uma visão de valor para toda a cadeia de suprimentos. A agregação de valor deve beneficiar todos os atores do processo produtivo e de uso do produto.

Controle de estoques: logística e previsão de demanda

logística e previsão de demanda: uma questão de controle de estoques

A logística serve, de maneira geral, para solucionar um dos problemas encontrados pelas empresas: diferenças entre o local e o momento da produção e do consumo dos produtos. Normalmente as fábricas encontram-se longe dos centros de consumo, acarretando necessidade de transporte – a maior das atividades da logística. Mas também, uma diferença temporal entre quando o produto é fabricado e quando ele é requisitado pelos consumidores exige que se façam estoques nos pontos de venda, para atender à demanda futura, trazendo à tona um elemento pelo qual o profissional de logística é pressionado: a redução dos estoques.

Estas duas características somadas abrem espaço para mais uma atividade do setor de logística: as previsões. Estas servem para planejar compra de matéria-prima, capacidade de máquinas e de mão-de-obra bem como também para estimar o volume adequado dos estoques – cujo gerenciamento é talvez a 2ª atividade mais importante da logística.

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