É muito comum não estarmos receptivos às mudanças em nossa rotina de trabalho. Por menor que ela seja, causa um certo desconforto o fato de agora eu ter que executar meu trabalho com mais essa “intrusa” na minha rotina. Quando essa mudança traz conflitos hierárquicos pode ser gerada uma crise onde todos perdem, principalmente aquele cujas mudanças foram propostas. O rendimento já não é o mesmo porque a empresa já não é tão boa para se trabalhar e a vida já não é tão bela... Isso é mais comum do que se possa pensar. O ser humano tem uma tendência natural
Há um ano falamos sobre importância da (falta de) competitividade da indústria brasileira, principalmente na melhoria da infraestrutura portuária, redução da burocracia estatal e da efetiva desoneração da produção. Doze meses se passaram, e ainda estamos entre os últimos em eficiência operacional. Nossos custos logísticos representam mais de 10% do PIB e boa parte da competitividade do agronegócio brasileiro se perde no caminho do campo até o porto. 60% da nossa produção é escoada pelo transporte rodoviário, enquanto os nossos vizinhos argentinos concentram nesse modal apenas 16%.
Os importados como vilões
O ano terminou com excelentes resultados para o comércio exterior brasileiro, com
Depois de vários anos, finalmente temos uma atualização de uma das bíblias da logística: o livro Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos, de Martin







